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Vereador campeão de votos rompe com prefeito e anuncia abandono da vida pública

vereadorA base política do prefeito Cícero na Câmara Municipal de Caiçara, brejo da Paraíba, que já era minoria, ficou ainda menor, já que o vereador Nildo Sat confirmou durante entrevista na Rádio Talismã FM de Belém que rompeu definitivamente com o gestor.

Nildo Sat que foi o mais votado nas eleições 2012, com 513 votos, abriu as baterias contra Cícero, disse que o prefeito está bonzinho porque pretende concorrer a reeleição, já que desde o início de seu governo o prefeito sempre lhe dizia que o povo de Caiçara gosta mesmo é de dinheiro. “Eu pedia ao prefeito para ele mandar um ônibus todas as sexta-feiras para pegar o pessoal que trabalha em JP, mas o prefeito dizia que era cedo e que o povo de Caiçara gostava mesmo era de dinheiro”, revelou ao Expressopb que acompanha a política no Brejo.

Magoado com Cícero, Nildo reclamou da falta de lealdade do prefeito com seus aliados de primeira hora, como é o seu caso que nas eleições 2014 foi o único parlamentar da base a votar com os candidatos apoiados pelo edil caiçarense.

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Apesar de anunciar rompimento, Nildo não garante ingresso na bancada pmdbista que é majoritária na câmara, mas mostrou que deverá assumir a neutralidade.O parlamentar se disse desiludido com a política e anunciou que ao final deste seu mandato voltará a atuar nas suas atividades empresariais e não disputará a reeleição.

PB Agora 

Globo denuncia abandono dos cemitérios de Guarabira

Uma reportagem da TV Cabo Branco, afiliada a Rede Globo na Paraíba, mostrou, na manhã desta quinta-feira (9), o abandono, por parte do poder público, de cemitérios por todo o Estado. Em Guarabira, a situação é ainda pior, além da falta de manutenção e limpeza não há mais jazigos disponíveis.

Cemitério Cabo Branco
Com o aumento das chuvas o mato cresce e o problema se agrava. (Foto: Reprodução / TV Cabo Branco)

Uma das pessoas ouvidas na reportagem foi a costureira Lindinalva Ricardo da Silva que denunciou que há – até – pés de milho no Cemitério Bom Jesus. Ela reclamou da dificuldade que os visitantes têm de se locomover entre os jazigos.

“Não há canto para a gente passar está limpo, tem covas que tem até pé de milho”, disse à reportagem.

A dona de casa Maria de Lourdes disse que para visitar o cemitério deve usar calças compridas pela quantidade de carrapichos e alertou que com o aumento das chuvas o mato cresce e os problemas se agravam.

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Não foi a primeira vez que os cemitérios da Rainha do Brejo são alvos de denúncias de moradores. No inicio desse ano, por exemplo, o Nordeste1 denunciou problemas graves na infraestrutura do Cemitério Bom Jesus relacionados às obras no Parque do Poeta Ronaldo Cunha Lima.

Segundo informações trazidas pela reportagem da TV Cabo Branco, no cemitério há 1800 túmulos e não há mais capacidade para novos jazigos.

O Secretário de Infraestrutura Marcos Diogo explicou que a manutenção e capinação nos cemitérios acontecem eventualmente. “A manutenção é periódica e permeante, temos o pessoal que trabalha lá, os coveiros, e eventualmente a secretaria faz uma limpeza geral, como no dia de finados onde feito uma reforma, uma pintura”, disse.

Ele ainda atribuiu a responsabilidade de limpar os jazigos às famílias. “Muitos dos trabalhos de limpeza dos túmulos fica à cargo das famílias”, explicou o secretário.

Marcos Diogo informou que um novo cemitério será construído em Guarabira, no conjunto Mutirão, e que o processo está em fase de licitação.

 

nordeste1

Humorista Eugênio acusa filhos de abandono e exploração

eugenioPrestes a completar 80 anos, o humorista César Macedo Parece, aluno de uma das escolas mais famosas do Brasil, está no centro de uma polêmica familiar.Seu Eugênio vivia com a família em Mairiporã, na Grande São Paulo. Em 2011, ele ganhou uma casa no Programa do Gugu. Na época, sua companheira de mais de 30 anos, se emocionou com a surpresa. Ela morreu há um ano e, depois disso, a relação do comediante com os filhos piorou muito.

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Ele conta que era rejeitado dentro de casa e faz queixas até da comida. Depois de sair de casa, Seu Eugênio contou à equipe do Domingo Espetacular sua dramática situação.

R7

Hospital demite dois médicos por abandono de plantão e outro é investigado

hospitalDois médicos foram demitidos nessa quarta-feira (15) pela direção do Hospital Regional de Patos e um terceiro está sendo investigado por uma comissão de sindicância por terem abandonado o plantão. Foram afastados definitivamente dos quadros do HRP Wostenildo Crispim e Francisca Sonally.

De acordo com a diretora da unidade médica, Silvia Ximenes, os médicos eram prestadores de serviço e estavam de plantão no último domingo (15). Os dois teriam sido procurados durante o plantão e não foram encontrados. O terceiro médico do plantão, Antônio Segundo Neto, está sendo investigado, segundo Silvia, para saber se ele também teria se ausentado do hospital em horário de trabalho.

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“Nós estamos abrindo sindicância para apurar se houve abandono por completo do plantão, porque conduta como essa não será mais tolerada pela direção do hospital”, disse.

A diretora da unidade médica disse, ainda, que qualquer profissional que agir “fugindo da ética e dos princípios do Conselho Regional de Medicina será penalizado conforme a lei”.

Silva informou que os médicos que tiveram os contratos cancelados já estão sendo substituídos e que o afastamento não trouxe prejuízos ao atendimento à população.

Um dos médicos demitidos, Wostenildo Crispim, teve uma foto vazada no serviço de troca de mensagens por telefone, WhatsApp, quando supostamente teria abandonado o plantão para ir a um churrasco com amigos.

Quanto a Francisca Sonally, a diretora Silvia Ximenes disse que ela teria sido procurada durante o plantão e não foi encontrada no hospital.

Ela informou que a sindicância que apurará a conduta do terceiro médico terá 30 dias para apresentar uma resposta. A equipe será formada por funcionários da unidade médica.

Na tarde desta quinta-feira (19) o MPF divulgou nota sobre a demissão dos médicos. Segue nota divulgada pelo Ministério Público Federal.

“MPF é informado pelo Hospital Regional de Patos (PB) sobre demissão de médicos

Foram demitidas duas pessoas e solicitada abertura de sindicância para outra.

O Ministério Público Federal foi informado, ontem (18), por meio do Ofício nº 370/2013, assinado pelo diretor técnico do Hospital Regional Janduhy Carneiro, Adilson de Albuquerque Viana Júnior, sobre a demissão de dois médicos e solicitação de abertura de sindicância para apurar conduta de outro médico. O hospital está localizado na cidade de Patos (PB).

Os médicos afastados foram Wostenildo Crispim (CRM 6562) e Francisca Sonally (CRM 7184). Já a solicitação de abertura de sindicância é para avaliar a conduta profissional do médico Antônio Segundo Netto (CRM 4891).

As medidas levaram em conta ausências constatadas no dia 15 de novembro de 2013, informações veiculadas através da imprensa, mídia social e levantamento de fatos. “Estamos levantando os fatos e informaremos ao referido Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB), como também a esta Procuradoria, quanto ao andamento da sindicância instalada”, afirmou o diretor técnico.

Para o procurador da República João Raphael Lima, a medida adotada pelo hospital “é salutar, mas apenas um pequeno começo. É preciso criar formas de efetivo controle das jornadas dos médicos, tanto pela administração do hospital como por parte da população que usufrui dos serviços. Do jeito que está não pode continuar”.

Na última terça-feira (17), o MPF solicitou ao CRM-PB que fiscalize o exercício profissional dos médicos que trabalham no Hospital Regional de Patos (PB), no sertão do estado. Pede-se que sejam adotadas as medidas cabíveis por parte do conselho, a exemplo de penalidades no âmbito funcional.”

 

 

portalcorreio

Juiz denuncia abandono do prédio da Promotoria de Justiça de Bananeiras e diz: “casa de ferreiro, espeto de pau”

promotoriaJuiz da Comarca de Bananeiras, Dr. Antônio Gomes de Oliveira, fez críticas ao Ministério Público da Paraíba, em sua página pessoal no facebook, dizendo que o Órgão tem exigido a reforma de prédios públicos municipais e estaduais, enquanto que o próprio prédio da Promotoria de Justiça de Bananeiras está abandonado, com telhado caindo e energia elétrica cortada.

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Leia o texto na íntegra: 

FAÇA O QUE EU MANDO MAS…

Só devemos jogar pedra na vitrine dos outros, quando as nossas estão protegidas, porque, se assim não for, poderemos ser atingidos pelos vizinhos. É o que vem ocorrendo nesta cidade [Bananeiras], com relação ao prédio da Promotoria de Justiça.

Zelosos com a má gestão pública, notadamente, com relação aos administradores municipais, o Ministério Público, tem se transformado num verdadeiro paladino, num terror contra os chefes dos executivos Estaduais e Municipais, exigindo a conclusão de obras inacabadas e reforma e utilização de próprios públicos. Aqui mesmo em Bananeiras, exigiu-se via TAC, que o Prefeito Municipal recuperasse em prazo curto, o prédio onde funciona o Conselho Tutelar, recuperando-o e dotando do necessário para o seu bom e útil funcionamento. Assim também, via Ação Civil Pública, aciona-se o Governo do Estado, para recuperar o prédio da cadeia pública local.

Louvável o trabalho do Órgão. Mas, para que tudo não seja visto como positivo, e cumprindo o ditado popular “Em casa de ferreiro, espeto de pau”, o Ministério Público, não tem tido o mesmo zelo com sua sede na cidade de Bananeiras, forçando a representante do órgão na Comarca, a funcionar, por empréstimo, numa pequena sala do Fórum local, porque o prédio das Curadorias, está totalmente imprestável e sem condições de funcionabilidade. Telhado caindo, energia elétrica cortada e, ultimamente, caíram a Placa indicativa da Instituição (CURADORIAS) e pasmem, se encontram abandonados na rua, um aparelho de ar Split, que caiu do seu local, há mais de dois meses.

promotoria de BananeirasPrédio do Ministério Público da Comarca de Bananeiras

Não se entende como um Órgão que fiscaliza e obriga os outros a recuperar e por em funcionamento obras pública, deixe o que é seu, que também é uma obra pública, cair e acabar-se, sem qualquer providência. A falta de zelo com o que é do povo também constitui improbidade administrativa.

Por tudo isso, entendo o que dizem a boa pequena na cidade, com relação ao Órgão. “FAÇA O QUE EU MANDO, MAS NÃO FAÇA O QUE EU FAÇO”.

Vale ressaltar, que desde a remoção do promotor titular da Comarca de Bananeiras, Dr. Onéssimo Cézar, em 06 de junho de 2011, que a população de Bananeiras continua sem promotor titular.

 

Bananeiras Online

‘Filhos do crack’ sofrem com abandono e consumo precoce da droga

FERNANDO FRAZÃO/ABR
FERNANDO FRAZÃO/ABR

A quantidade de bebês recém-nascidos abandonados por mães dependentes de crack preocupa autoridades e especialistas. Somente a 1ª Vara da Infância, da Juventude e do Idoso do Rio de Janeiro recebe, mensalmente, pelo menos 80 pedidos de audiência para medida protetiva de abrigamento a recém-nascidos.

“É uma coisa terrível e seríssima” lamentou a titular da vara, Ivone Caetano. “Tenho agendados, no mínimo, três a quatro bebês saídos dos hospitais, por dia, na minha vara. Fora os casos não agendados. E o crack contribuiu muito para isso”, disse a juíza.

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A chefe-geral do Serviço de Assistência Social do Hospital Universitário Pedro Ernesto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), na zona norte, Dayse Carvalho, contou que a maternidade envia semanalmente para a Vara da Infância e da Adolescência da região até três recém-nascidos. Algumas mães passam mais de uma vez pelo hospital.

“Desde 2002 temos visto um crescente dessas mães usuárias de drogas. Naquela época levávamos um bebê para a vara a cada três meses ou mais. De 2010 para cá, esse número tem variado entre dois e três bebês semanalmente”, contou a médica. Dayse Carvalho ressaltou que as mães não abandonam efetivamente os bebês mas se mostram, na maioria das vezes, incapazes de cuidar da criança. “Muitas choram quando perdem a guarda”, lamentou ela.

Uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada na quinta-feira (19), aponta que cerca de 10% das mulheres usuárias de crack relataram aos entrevistadores estar grávidas e mais da metade já haviam engravidado ao menos uma vez depois que começaram a usar a droga.

Dayse disse que a nova realidade da maternidade e da pediatria do hospital demandou a busca de parcerias. Uma das medidas tomadas foi o trabalho Amar, de acompanhamento pediátrico dessas crianças, além de uma parceria que está sendo costurada com o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Atenção ao Uso de Drogas (Nepad), também da Uerj.

A diretora do Nepad, Ivone Ponczek, explicou que a ideia do projeto é tentar atrair essas mães para que façam pré-natal e trabalhar o vínculo da mãe com o bebê para que as mulheres não desistam da criança.

“São, em geral, meninas completamente despreparadas para a maternidade, que não tiveram mães, então a questão do vínculo e da maternidade é muito complicado para elas”, explicou a psicanalista.

“Algumas não têm o menor conhecimento do corpo, não sabem o que é pulmão, não sabem nem a relação de causa e efeito entre o relacionamento sexual e a gravidez”, explicou ela, que defendeu ações socioeducativas e doação de preservativos para esse público como medida preventiva de doenças sexualmente transmissíveis e gravidez.

O Nepad desenvolve há 28 anos pesquisas e trabalhos terapêuticos voltados para dependentes de todos os tipos de droga, com exceção do álcool. Entretanto, segundo Ponczec, o crack é a principal droga entre os dependentes atendidos no local.

“Estamos muito impactados, pois nunca pensamos que teríamos que lidar com bebês, crianças, essa relação da mãe com o bebê. Estamos, inclusive, criando um setor com espaço para a amamentação e para brinquedos. Recebemos grávidas, mães com bebês, mesmo crianças, com 6, 7 anos, já usuárias de crack”, lamentou a especialista.

A especialista alertou que a situação é grave e pede atenção e esforços por parte das autoridades e da sociedade. “Se não houver intervenção, há o risco de uma continuação do quadro, de mais bebês na rua, abandonados, reproduzindo a mesma história”, avaliou Ponzcek.

O psiquiatra do Nepad, Paulo Telles, explicou que o crack estimula o sexo para a obtenção de drogas, além de ser consumido em grande parte por adolescentes e pessoas muito jovens. “Quanto mais drogas se usa, menos prevenção se faz durante o sexo. São pessoas que não se cuidam e, provavelmente, não vão cuidar de filhos”, lamentou ele. O médico informou que no Nepad o percentual de mulheres entre os usuários de crack é maior do que entre os usuários de outras drogas.

 

 

por Flávia Villela, da Agência Brasil

Remígio: vereador denuncia descaso e abandono da cidade

 

vereadorO vereador Vanildo Guedes de Andrade (PSC) denunciou na terça (19) na tribuna da Câmara de Remígio a situação de abandono de algumas comunidades do município. Segundo o vereador, a comunidade “Vó Regina”, conjunto habitacional que abriga cerca de cinquenta famílias, é um verdadeiro caos: esgoto a céu aberto e muito lixo faz aumentar assustadoramente a proliferação de doenças e insetos, já a falta de iluminação aumenta a insegurança da população. Situação parecida, segundo o parlamentar, é a do conjunto “Dona Toinha” onde não existe um só poste com lâmpadas, as ruas não possuem calçamento e não existe coleta de lixo.

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Com relação à educação, a cobrança é pela regularização da merenda escolar, já que os alunos passaram duas semanas tenho manga como seu único alimento. “Depois da manga, agora piorou, não temos é mais nada”, disse o vereador. Seu discurso foi tão aplaudido que nem a bancada do prefeito Melchior Batista (PSB) quiseram falar ao público presente.

Vanildo Guedes apresentou dois requerimentos, no primeiro, ele pediu á construção de uma sala de vídeo na Creche “Socorro Viana”, devido á necessidade de oferecer uma alternativa de recreação e interação entre os alunos, já no segundo, a construção de uma praça com uma academia popular ao lado do estádio municipal (antiga vila do campo), melhorando o aspecto visual da entrada da cidade e oferecendo mais uma opção de lazer e prática esportiva.

As reuniões ordinárias daquela casa acontecem às terças feiras as 19h30minutos.

 

Ascom / Vereador Vanildo Guedes

Prédio da cadeia de Solânea encontra-se em completo abandono

Localizada numa das áreas nobres da cidade de Solânea, a Cadeia Pública local, é hoje, como se pode observar, um recanto de, visiveis, precariedades estruturais, retratando abandono, com a sujeira tomando conta de tudo, o mato vivo, em diversos de seus recantos e, até mesmo expressando sinais de falta de acomodação para aprisionar, como mandam as normas disciplinares, os infratores das lei.


Instalada em outro local
Diante de tudo isso, aos setores competentes, restam duas saídas: Ou recuperá-la, integralmente, objetivando cumprir, na íntegra, as determinações das regras legais ou, transformá-la num Centro Educacional-Cultural ou algo similar e, numa área mais propícia, se construir, a Nova cadeia, sequenciando todos os princípios basilares, estabelecidos pelo sistema penitenciário.
Caso não se proceda assim e, o citado presídio, continue, da maneira considerada inconcebível, como está, torna-se, como que atrofiadora ao processo de recuperação dos detentos e, por outro lado, num ambiente de extrema dificuldades para os agentes e, para os policais que por lá, prestam os seus serviços, de uma maneira em geral !
Recuperá-la, normalmente, ou construí-la, num  local mais apropriado, seria as opções disponíveis, vez que, com o ordenado crescimento da malha urbana, a presença da Cadeia, naquela local, é, segundo diversas pessoas entrevistadas, inaceitável e, até mesmo, improcedente !!!
diariodobrejo.com

Unicef alerta: trabalho infantil é “causa significativa” do abandono escolar


O relatório Todas as Crianças na Escola em 2015 – Iniciativa Global pelas Crianças Fora da Escola, divulgado nesta sexta (31) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), alerta para a persistência do trabalho infantil entre as crianças em idade escolar, o que prejudica o direito dessa população à educação. De acordo com o levantamento, 638 mil crianças entre 5 e 14 anos estão nessa situação, apesar de a legislação brasileira proibir o trabalho para menores de 16 anos. O grupo representa 1,3% da população nessa faixa etária, mas para o fundo não pode ser desconsiderado porque o trabalho infantil é uma “causa significativa” do abandono escolar. O estudo é uma parceria do Unicef com a Campanha Nacional pelo Direito à Educação.

Segundo o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), César Callegari, o estudo do Unicef traz uma fotografia importante dos desafios que o Brasil tem pela frente: garantir a educação para todas as crianças e jovens brasileiros, incluindo não só essa parcela da população, mas favorecendo sua permanência na escola. Ele ressaltou, no entanto, que o país conquistou avanços significativos principalmente na útlima década.

“Se olharmos não apenas a fotografia, mas o filme dos últimos anos, veremos que o Brasil conseguiu incluir nos últimos 12 anos mais de 5 milhões de crianças e jovens que estavam fora da escola. Tínhamos 8,7 milhões, entre 4 e 17 anos, nessa situação em 1997 e agora são 3,69 milhões”, disse Callegari. Ele citou a criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) como um dos mecanismos mais importantes para esse avanço, ao viabilizar “recursos firmes e mensais” para que cada município e estado garanta a matrícula de crianças na pré-escola e de jovens no ensino médio.

Estudos mostram que os índices de trabalho infantil caíram nas últimas décadas, mas ficaram estagnados nos últimos cinco anos. O levantamento do Unicef inclui tanto crianças e jovens que desenvolvem atividades econômicas, quanto aqueles que se ocupam de serviços domésticos com duração superior a 28 horas semanais. A coordenadora do Programa de Educação do Unicef no Brasil, Maria de Salete Silva, vai detalhar o estudo em entrevista ao jornal Repórter Brasil, que vai ao ar hoje, às 21h, na TV Brasil.

Para ela, o momento econômico que o Brasil vive tem feito crescer o número de meninos e meninas responsáveis pelas tarefas do lar. “Quando temos uma situação de oferta de emprego grande, isso pode acarretar aumento do trabalho infantil doméstico para as meninas, que substituem a mãe que foi para o mercado de trabalho. Essas meninas ficam com a responsabilidade de cuidar dos irmãos, lavar louça, arrumar a casa”, explica Salete.

Para a representante do Unicef, uma das principais barreiras para superar essas práticas é cultural. Em muitas famílias, o trabalho desde a infância é considerado normal e importante para o desenvolvimento. Além das tarefas do lar, outro “nicho” do trabalho infantil está na zona rural, onde logo cedo jovens ajudam a família no trabalho do campo.

“O trabalho agora é localizar essas  famílias e entender o que leva aquela criança a trabalhar e o que pode ser feito para convencer a família de que aquele trabalho não é adequado”, aponta Salete. A questão socioeconômica também tem grande peso no ingresso precoce no mercado de trabalho. O relatório mostra que mais de 40% das crianças de 6 a 10 anos, de famílias com renda familiar per capita até um quarto de salário mínimo, trabalham. Esse percentual cai para 1,2% no grupo de famílias com renda superior a dois salários mínimos por pessoa.

Do total de crianças de 5 a 14 anos que trabalham, 93% estudam. O relatório mostra o trabalho infantil como uma grande barreira tanto para as crianças que estão fora do sistema de ensino, quanto para aquelas que frequentam a escola. Mesmo quem está regularmente matriculado terá o desempenho escolar prejudicado pelas outras tarefas que desempenha.

“Essa questão interfere de fato na qualidade do ensino, já que a criança que trabalha tem menos condição de aprendizagem porque fica cansada e desatenta. E se ela não está na escola, dificilmente vai largar o trabalho para estudar”, ressalta Salete.

De acordo com o relatório, 375.177 crianças na faixa de 6 a 10 anos estão fora da escola – o que corresponde a 2,3% do total dessa faixa etária. Dessas, 3.453 trabalham (0,9%) e, nesse grupo, a maioria é negra (93%). O número de crianças de 11 a 14 anos que só trabalham é cerca de 20 vezes maior que na faixa anterior: 68.289.

Amanda Cieglinski/Repórter da Agência Brasil
Focando a Notícia

Em Tacima/PB: Matadouro Público apresenta estado de abandono

Em Tacima/PB: Matadouro Público apresenta estado de abandono

O matadouro Público da cidade de Tacima no Curimataú paraibano apresenta estado de abandono, pois ao seu redor tem lixo, falta calçamento, mato tomando de conta, as paredes com vísives problemas no reboco, ainda com sinais de abandono, com tudo não foi posivel ter acesso a parte inerior do prédio; alem de está com faltando os portões do muro de entrada.

conexaonoticias