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Fifa divulga relatório e anuncia um prejuízo de US$ 369 milhões em 2016

fifaA Fifa registrou em 2016 perdas de US$ 369 milhões (R$ 1,1 bilhão na cotação atual), o que é explicado pela adoção de uma nova norma contábil, as investigações jurídicas e os investimentos imprudentes. A entidade teve de gastar com os custos legais em processos de corrupção, e ainda perdeu receita com patrocinadores.

Para piorar a situação, a Fifa espera por uma diminuição de receitas que deve apontar uma queda ainda maior no resultado de 2017. A Fifa espera voltar a apresentar um crescimento financeiro e apresentar US$ 1 bilhão (R$ 3,2 bilhões) de lucro em 2018, contando com as receitas da Copa do Mundo da Rússia – a maior parte através de direitos de transmissão.

Em comunicado publicado nesta sexta-feira, a entidade lembrou que é “notório a estagnação do comércio global, além de investigações sobre corrupção envolvendo funcionários”. Algo que gerou pressão global nas receitas da organização.

O documento publicado pela Fifa também aponta investimentos equivocados do ex-presidente Joseph Blatter, como o museu do futebol e um hotel quatro estrelas em Zurique, como determinantes para as perdas em 2016. O World Football Museum, como é chamado, causou um prejuízo de US$ 50 milhões (R$ 156 milhões) no ano passado.

Estados e municípios poderão contrair US$ 2,3 bi em empréstimos externos em 2016

DinheiroDepois de serem proibidos de contraírem empréstimos externos neste ano, os estados e os municípios poderão contratar até US$ 2,3 bilhões em 2016. A Comissão de Financiamentos Externos (Cofiex) do Ministério do Planejamento aprovou hoje (15) o limite de negociação para financiamentos estrangeiros no próximo ano.

A limitação nos financiamentos externos foi proposta pelo Tesouro Nacional. O órgão alegou que o estabelecimento do teto foi necessário para que o governo federal, que concede garantias aos empréstimos dos governos locais, não estoure o limite de 60% da Receita Corrente Líquida (RCL) da União determinado pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Em 2010, as garantias correspondiam a 17,49% da RCL, subindo para 34,85% em 2014 e, segundo o próprio Tesouro, devendo encerrar 2015 em 50,75%.

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De 2008 a 2014, o Tesouro não tinha estabelecido limites para os financiamentos externos. Em 2015, por causa da crise econômica que decidiu a arrecadação, o Tesouro proibiu a concessão de financiamentos externos pelos governos locais. Apenas operações de crédito com instituições financeiras nacionais foram autorizadas.

Segundo o Tesouro, o limite de US$ 2,3 bilhões cobre as 19 operações de crédito aprovadas hoje pela Cofiex. Como os financiamentos ainda têm de passar pela análise do Tesouro e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e serem aprovados pelo Senado, a liberação do dinheiro vai demorar dois anos, tendo impacto no resultado primário da União somente a partir de 2018.

Também na reunião de hoje, a Cofiex aprovou proposta que limita a concessão de garantias a estados com má capacidade de pagamento. Em 2014, o Tribunal de Contas da União tinha recomendado que o Tesouro parasse de garantir empréstimos a estados avaliados com nota C e D, conforme critérios do Ministério da Fazenda. Segundo o Tesouro, atualmente 60% dos governos estaduais estão com a capacidade de pagamento comprometida.

Agência Brasil

Contas de água, energia, IPTU, TCR e até taxas dos correios ficarão mais caras em 2016

luz.aumentoO ano de 2015 ainda nem terminou mas os brasileiros já estão sendo ‘presenteados’ com os percentuais de reajuste para 2016. As contas de água, energia elétrica, IPTU, TCR e até as taxas dos Correios vão sofrer aumentos e, consequentemente, diminuir ainda mais o poder de compra dos consumidores. A situação fica mais complicada para quem sobrevive com o salário mínimo que, de acordo com o anunciado pelo Ministério do Planejamento, deverá ser de R$ 865,50 a partir de fevereiro do próximo ano – o que significa um aumento de 9,84%.

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Só o Imposto Predial e Territorial Urbana (IPTU) e a Taxa de Coleta de Resíduos (TCR) de João Pessoa deverão ser reajustados em 10,48% cada. Além disso, a bandeira tarifária da energia elétrica vai continuar vermelha pelo menos até abril do próximo ano. Ou seja, um custo adicional de R$ 4,50 para cada 100 quilowatt-hora consumido.

Por sua vez a tarifa de água na Paraíba poderá sofrer aumento de R$ 6,09 por mês para os usuários residenciais que consomem até 10 metros cúbicos de água, ou seja,saindo de R$ 26,93 para R$ 33,02.

Celina Modesto / Correio da Paraiba

Sem chuvas, Paraíba pode enfrentar colapso de água no segundo semestre de 2016

 

Reprodução/Facebook/Padre Djacy Seca atinge quase 90% do estado
Reprodução/Facebook/Padre Djacy
Seca atinge quase 90% do estado

A situação da falta de água em mais de 75% dos municípios da Paraíba pode se tornar ainda mais crítica e, caso não chova como o necessário, o estado corre o risco de sofrer o maior colapso de água da história ainda no primeiro semestre do próximo ano. Hoje, todo o volume de água dos reservatórios do estado representa apenas 16% da capacidade total.

A projeção é do ex-secretário de Recursos Hídricos do Governo do Estado, Francisco Jácome Sarmento. “Se o ano vindouro for igual a 2015, nós teremos o maior colapso da história do Nordeste”, afirmou o ex-secretário, em entrevista ao programa ‘Rede Debate’, da RCTV (canal 27 da Net Digital, emissora do Sistema Correio) nessa segunda-feira (23). Jácome é também consultor em recursos hídricos do Governo Federal.

Entre os municípios que mais sofrem com a sec

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a estão aqueles que são abastecidos pelo açude Presidente Epitácio Pessoa (Boqueirão). O manancial atende Campina Grande e outras 20 cidades e distritos da região. Com chuvas irrelevantes para reabastecer o manancial, Boqueirão já caminha para entrar no seu volume morto e pode ficar sem água para consumo em menos de dez meses.

Atualmente, Boqueirão que tem a capacidade para armazenar cerca de 410 milhões de metros cúbicos de água, possui pouco mais de 55 milhões, o que representa apenas 13,6% da capacidade do seu armazenamento total. Francisco Sarmento explica que todo mês é retirado do Boqueirão, seja para o abastecimento das cidades ou por evaporação, em média 4,3 milhões de metros cúbicos de água. Ele adverte que se esse ritmo for mantido, sem o reabastecimento necessário, não haverá mais água aproveitável no açude ainda em 2016.

“Hoje estamos com cerca de 55 milhões de metros cúbicos e se mantiver esse nível de retirada, seja por evaporação, seja pelo consumo, mesmo com o racionamento que tem sido feito, nós não chegaremos ao final de 2016. Isso não é uma previsão, é uma projeção. Basta fazer uma conta simples. Temos 55, basta descontas 4,3 mensal e em dez meses nós teremos 43 milhões a menos. Quer dizer: estaremos abaixo do volume morto do reservatório”, pontuou.

O ex-secretário e professor da UFPB ressaltou que água do manancial já está com sua qualidade comprometida devido ao excesso da concentração de sais e o baixo nível no reservatório.

“É uma água pesada, com alta concentração de sais e que o tratamento da água não retira isso. Isso não é só aqui na Paraíba, é em qualquer lugar do Brasil. A questão é que a água pura evapora, mas o sal fica. O sal não evapora. Então a concentração do sal vai aumentando a medida que o nível do manancial vai diminuindo”, afirmou.

A situação crítica abrange outros municípios além dos abastecidos pelo Açude de Boqueirão. A situação de emergência por causa da falta de água, decretada pelo governador Ricardo Coutinho, já atinge 170 cidades, em que várias delas passam por rodízio ou racionamento de água e precisam de carros pipas para atender minimamente a população.

Situação dos reservatórios

No estado já são sete açudes completamente secos. São eles Algodão, em Algodão de Jandaíra; Cabaceiras, em Picuí; Ouro Velho, no município de mesmo nome; Pocinhos, em Monteiro; Serrote, também em Monteiro; São José 4, em São José do Sabugi; e Vídeo, em Conceição. Eles estão entre os 53 reservatórios com 5% menos de sua capacidade. Outros  34 estão com menos de 20% da capacidade.

Segundo o presidente de Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), João Fernandes, todo o volume de água atual dos reservatórios do estado representa apenas 16% da capacidade. Indo para o Semi-árido paraibano o número cai para 13,1%, segundo João Fernandes.

“Nós temos 16% da capacidade de armazenar nos nossos mananciais no estado. No mês passado eram 17% e agora estamos com 16%. Por quê? Porque estamos apenas consumindo a água que se acumulada no passado. Não tem tido a recarga necessária. Não tem que ter choro. Tem que ter gestão”, frisou.

Ele discorda da projeção de que em julho do próximo ano, se não chover, Campina Grande terá um colapso no abastecimento. “Todos os nossos estudos indicam que a água de Boqueirão ainda sustenta esse abastecimento até 2017”, garantiu.

Falta de ações estruturantes

De acordo com Francisco Sarmento, desde 2011 os reservatórios não tiveram recargas significantes e, por isso, a Paraíba está em seu quinto ano consecutivo de seca severa. Para ele, a falta de ações estruturantes por parte do governo federal deve agravar ainda mais a situação no estado.

“Se nós não enfrentarmos como a natureza do problema exige, de forma estrutural, com soluções definitivas, nós vamos vivenciar recorrentemente esses problemas”, taxou.

Segundo ele, a transposição do rio São Francisco deve solucionar o problema da seca no Nordeste, mas a demora nas obras contribui de forma significativa para o possível colapso na região no próximo ano.

“A transposição do rio São Francisco é a resposta para uma boa parte do território do Semiárido Setentrional, é uma resposta com esta característica estruturante. O problema é que não temos prazo para atender os municípios que ela beneficia. Caso o próximo ano de 2016 venha a ser seco como o de 2015, nós teremos uma situação nunca vivenciada no Brasil. Porque nós nunca tivemos uma população tão grande. Nós nunca tivemos tanta dependência da água como temos hoje e sem outra alternativa para atender essa população”, sentenciou.

João Fernandes e Francisco Sarmento concordaram que não há como construir novos reservatórios no estado. “São espelhos para evaporação”, disse o ex-secretário. A exceção ficaria no rio Mamanguape.

Para Sarmento, a situação da Paraíba é pior do que a enfrentada por São Paulo. Lá, o plano B tem como alternativa 23 locais para transposição de água. Aqui, só a transposição do São Francisco. A probabilidade de se ter uma estiagem no ano que vem igual ou pior do que em 2015 é de 16%, segundo os estudos técnicos.

No quadro abaixo, a situação de cinco dos principais açudes monitorados diariamente pela Aesa:

MUNICÍPIO  AÇUDE CAPACIDADE(milhões de m³)  VOLUME ATUAL PERCENTUAL
 Cajazeiras  Engenheiro Ávidos   255.000.000  18.393.010 (m³)  7,2%
 Boqueirão  Epitácio Pessoa  411.686.287  55.880.355  13,6%
 Coremas  Coremas   591.646.222  71.890.751  12,2
 Coremas  Mãe dÁgua  567.999.136  89.183.566  15,7%
 Cajazeiras  Lagoa do Arroz  80.220.750   5.019.918  6,3%

 

Por Naira Di Lorenzo

 

PMDB adia reunião para segunda-feira e eleições 2016 já devem entrar pauta

hugo motaA unidade interna, a participação do partido no governo Ricardo Coutinho, a eleição da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa e a preparação para as eleições de 2016 são alguns temas que serão discutidos durante reunião entre peemedebistas que será realizada na próxima segunda-feira (17), na sede do partido, a partir das 9h.

O deputado federal reeleito Hugo Motta (PMDB) garantiu que os filiados da legenda já superaram as divergências internas após o resultado das eleições. “Há um sentimento de união para nos prepararmos para novas disputas e elegermos o maior número de prefeitos e vereadores nas próximas eleições”, disse.

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Ele também apostou que o PMDB terá uma participação importante no futuro governo de Ricardo Coutinho (PSB). Segundo ele, as discussões sobre os espaços do partido na administração estadual ficaram a cargo do presidente da legenda, o senador eleito José Maranhão, e de outras lideranças.

“O PMDB foi importante, para não dizer fundamental, na vitória do governador no segundo turno, e nós saímos do processo eleitoral fortalecidos, e a informação que temos é que o governador tem a intenção de governar com a nossa participação”, destacou.

O peemedebista ainda defendeu um nome de consenso da base governista para ocupar a presidência do Poder Legislativo estadual ao afirmar que o presidente da Casa Epitácio Pessoa deve ter independência, mas precisa administrar em consonância com o Executivo. “O PMDB faz parte de uma aliança e nós vamos contribuir para que a base aliada ocupe esse espaço, mas esse é um debate que passará primeiro por uma discussão interna”, declarou.

A reunião entre os membros do PMDB estava prevista para acontecer nesta sexta-feira (14), mas foi adiada para a próxima semana. “Alguns militantes informaram que não poderiam chegar a tempo para participar da reunião e o presidente José Maranhão decidiu adiá-la para a próxima segunda, pois quer a presença de todos no encontro”, acrescentou Hugo Motta.

 

BlogdoGordinho

Conselho estadual da cultura toma posse para a gestão 2014 – 2016

O Conselho Estadual de Política Cultural (Consecult) tomou posse sexta-feira (11), em solenidade realizada às 10h, no auditório o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep), em João Pessoa.

O órgão é composto por 24 membros, sendo seis representantes de organismos e instituições ligados ao setor artístico e cultural, seis representantes da sociedade civil ligados ao setor artístico e cultural, e doze representantes indicados pelo Estado da Paraíba.

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O Conselho Estadual de Política Cultural é um colegiado vinculado à Secretaria de Estado da Cultura com atribuições normativas, deliberativas, consultivas e fiscalizadoras, cuja finalidade é promover a gestão democrática e descentralizada da política de cultura do Estado. O conselho é regido pela lei 10.235/2014, que cria o Sistema Estadual de Cultura da Paraíba.

Os membros – A nova gestão do Consecult conta com representantes da Secretaria de Estado da Cultura; Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc); Fundação Ernani Saytro (Funes); Fundação Casa de José Américo (FCJA); Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico da Paraíba (Iphaep); Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer; Secretaria de Educação; da Secretaria da Mulher e da Diversidade Humana; Orçamento Democrático Estadual; PBTUR; Jornal A União; Universidade Estadual da Paraíba; Universidade Federal de Campina Grande e Universidade Federal da Paraíba.

A região do Brejo paraibano está representada pelo Conselheiro Severino Antonio (bibiu), natural de Alagoa Grande, terra de Jackson do Pandeiro, que foi escolhido através de um processo eleitoral como os demais Conselheiros das regiões do Litoral/Zona da Mata, Agreste/Borborema, Cariri, Sertão e Curimataú/Seridó. Também compõem os assentos da sociedade civil representantes da Associação Paraibana de Imprensa (API), Associação Brasileira de Rádios Comunitárias na Paraíba, Fórum do Audiovisual da Paraíba, Academia Paraibana de Cinema, Instituto Histórico e Geográfico da Paraíba, Instituto Histórico de Campina Grande, Sebrae, Sesc, Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões e Colegiado Estadual do Artesanato Paraibano.

Redação e fotos – Hipólito Lucena e Severino Antonio (bibiu).

 
 
Cultura de Alagoa grande

Vem aí a Olimpíada de 2016… Em Londres, mais uma vez

encerramento-olimpiadas-londresOlimpíada de Londres-2012 foi considerada a melhor da história dos Jogos – e a capital britânica tem uma chance de repetir a dose em 2016. Tudo graças aos atrasos cada vez mais preocupantes nos preparativos do Rio de Janeiro, que têm deixado os integrantes do Comitê Olímpico Internacional (COI) em desespero. De acordo com reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornalLondon Evening Standard, as autoridades britânicas foram consultadas por integrantes da cúpula do COI sobre a possibilidade de Londres receber o evento de forma emergencial caso os brasileiros fracassem em seu projeto olímpico. Uma porta-voz do COI desmentiu a informação, dizendo que seria impossível repetir os Jogos em Londres.

 

O diário londrino insiste, porém, que houve uma consulta sigilosa para descobrir se as instalações olímpicas de 2012 poderiam ser reativadas (e quanto tempo isso levaria). Muitas delas já foram transformadas – o próprio Parque Olímpico foi fechado e passou por uma enorme transformação para servir à população.

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Depois de ter seus preparativos classificados como “os piores da história olímpica” por John Coates, vice-presidente do COI, o Rio de Janeiro continua sendo alvo dos dirigentes, mesmo com o discurso mais diplomático do presidente do comitê, Thomas Bach, que garante que não há plano B e que o Brasil é capaz de compensar os atrasos. A fonte ouvida pelo Standardafirmou que a situação do Rio é desesperadora na comparação com as sedes anteriores dos Jogos. “Num estágio similar, Atenas tinha concluído 40% dos trabalhos em infraestrutura e locais de competição. Londres tinha completado 60% O Rio só fez 10%, e agora só faltam dois anos. Então o COI está pensando: ‘Qual é o plano B?’ Obviamente, a resposta seria voltar a Londres.” A fonte, que não foi identificada, disse que a repetição dos Jogos na Grã-Bretanha é “muito improvável” no momento, pois o COI insistirá em fazer o Rio funcionar, mas seria “a coisa mais lógica a se fazer” caso não fosse possível salvar a Olimpíada brasileira.

Não seria a primeira vez que Londres se mobilizaria para salvar, de última hora, uma edição dos Jogos Olímpicos. A edição de 1908 estava marcada para Roma, mas uma erupção do Vesúvio provocou danos e prejuízos graves, deixando os italianos em situação delicada. Pouco mais de um século depois, os britânicos poderão ser acionados mais uma vez – mas sem tragédia provocada por um vulcão, só muita desorganização e muitos equívocos. A segunda edição dos Jogos em Londres também aconteceu sob circunstâncias muito inusitadas: a Olimpíada de 1948 foi realizada apenas três anos depois do fim da II Guerra Mundial, mas ainda assim foi um sucesso. Os britânicos, porém, não parecem muito animados com a possibilidade de repetir a experiência e encarar o desafio de “Londres-2016”. Como as instalações olímpicas já estão adaptadas ao uso do público, revertê-las para o modo de competição seria uma empreitada caríssima. Para completar, a Vila dos Atletas hoje é ocupada por moradores da cidade – os apartamentos foram vendidos.

VEJA

Petrobás: quase metade do investimento até 2016 é para o pré-sal

 

49% (43,7 bilhões de dólares) dos investimentos totais na área de produção da Petrobras previstos até 2016 (89,9 bilhões de dólares) vai para a área do pré-sal. O plano foi anunciado pela presidenta da empresa, Graça Foster.

Pré Sal, em SantosExploração do pré-sal no litoral de Santos (SP)

O pré-sal responde hoje por 5% dos 2,02 milhões de barris diários produzidos no país, mas deve chegar a 30% até 2016. Os 25,4 bilhões de dólares previstos para exploração (isto é, a perfuração de poços para descobrir o tamanho e características das reservas) continuarão concentrados no pós-sal (69%) nos próximos cinco anos, enquanto o pré-sal receberá apenas 24% desses investimentos.

O diretor de Exploração e Produção da Petrobras, José Maria Formigli, disse que, atualmente, a Petrobras busca fazer descobertas no pós-sal, em fronteiras exploratórias como as margens leste (que inclui as bacias de Sergipe e Alagoas) e equatorial (que fica na costa amazônica). “A expectativa é muito boa nessas áreas”, destacou.

Formigli também enfatizou a necessidade de se investir na produção de equipamentos e estruturas locais para evitar atrasos e maximizar o desempenho. Ele citou como exemplo negativo as 14 sondas que foram importadas pela empresa que tiveram uma média de um ano de atraso.

Segundo o diretor, as sondas que atrasaram não têm conteúdo local. “O atraso afetou muito nossa curva de produção”, disse. A tendência é que o conteúdo local aumente e, a partir de 2016, estão previstas 33 novas sondas, que terão entre 55% e 65% de conteúdo local.

fonte: Agência Brasil