Servidores da UFPB e UFCG querem convencer IFPB a aderir à greve; professores não participam

Publicado em terça-feira, Fevereiro 11, 2014 ·

greveO diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior do Estado da Paraíba (Sintesp), Severino Ramos, que esteve presente nas mobilizações da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativo em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra) em Brasília, garantiu que há um indicativo de greve para o dia 17 de março. Como o Sindicato na Paraíba tem o histórico de seguir as deliberações nacionais e quer convencer também os Institutos Federais a aderir ao movimento.

Em entrevista nesta terça (11), Ramos destacou que os trabalhadores só procedem depois que a Fasubra decide, ainda vão ter conversas com o Sindicato, depois Assembleia com as secretarias sindicais que deve apreciar a matéria na próxima sexta (14). Após essas reuniões, de 7 a 21 deste mês estão acontecendo assembléias. “O que podemos afirmar com toda certeza é que historicamente nossa categoria nunca deixou de cumprir a deliberação da Fasubra”, destaca.

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Já a Associação dos Docentes da Universidade Federal da Paraíba (AdufPB), descartou adesão à greve e deve continuar com as aulas. Enquanto isso, os servidores trabalham pelo convencimento dos trabalhadores da base dos Institutos Federais. “A pauta é comum e os interesses também”, destaca Ramos.

Reivindicações – Os servidores pedem a revisão do piso salarial, a recuperação do piso histórico, o valor do estepe (que projeta o servidor no crescimento salarial no Plano de Cargos Carreira e Remuneração –PCCR) até 5%. hoje está em 3,7%. Outro ponto é a isonomia dos salários e benefícios, além de garantir os mesmos benefícios aos aposentados.

O que para – Com a greve, os técnicos administrativos da biblioteca, restaurante e atividades não essenciais para, os serviços essenciais ficam com 30% do funcionamento garantido. São 8 mil trabalhadores em todos os campi das Universidades, desses, pelo menos 6,2 mil devem paralisar as atividades.

Negociações – O presidente destacou que o governo atual costuma abrir negociação entre 20 e 30 dias e após a deflagração da greve, deve ser aberta a negociação em até 72 horas. Contudo, ele reclamou que na última greve, em 2012, a categoria só foi recebida pelo governo 40 dias depois. “Queremos que a greve seja a mais rápida possível. O tempo de greve é a do atendimento do governo à nossa pauta”, diz.

Com informações da CBN João Pessoa.

Marília Domingues

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