Presidente da FIA nega crise na F1: ‘Não é câncer, é só dor de cabeça’

Publicado em quinta-feira, junho 25, 2015 ·

presidente fiaPresidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Jean Todt minimizou a crise de enfrentada pela Fórmula 1 nos últimos anos. Apesar dos problemas enfrentados como falta de competitividade e queda de popularidade, o dirigente defendeu a categoria e afirmou que apenas pequenas mudanças são necessárias neste momento.

“Não acredito que estamos enfrentando um câncer. Estamos enfrentando uma dor de cabeça. Então precisamos encontrar uma prescrição para dor de cabeça. Discordo que temos que curar um câncer. E desta forma, a dor de cabeça está a caminho de ser curada”, afirmou Todt. “Não precisamos de grandes mudanças. Não acredito que a Fórmula 1 precise de grandes mudanças”.

Um grupo de estratégia da categoria se reunirá no dia 1º de julho em Londres para discutir mudanças na Fórmula 1 para os próximos anos. A expectativa é que as alterações definidas sejam colocadas em prática a partir da temporada 2017.

Uma das maiores críticas à categoria é voltada para os motores híbridos introduzidos em 2014. Todt está convencido de que a mudança nas unidades de força foi correta para a Fórmula 1, mas concorda que a falta de um controle adequado de gastos contribuiu para aumentar o abismo entre as equipes.

“Acredito que o motor é uma grande evolução, mas é muito caro. Aqui eu assumo a responsabilidade por não ter definido um custo máximo para as equipes compradoras”, comentou.

Todt ainda defendeu as atuais condições sobre consumo de combustíveis e uso de pneus. Segundo dirigente, este tipo de questão tem sido alvo de reclamações de pilotos e equipes desde a década de 90.

“É porque não estão vencendo”, minimizou Todt.

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