Prefeitura de Guarabira regulamenta piso dos professores e anuncia salário acima do instituído pelo MEC

Publicado em sexta-feira, julho 29, 2011 ·

fatima paulinoA Prefeitura de Guarabira está regulamentando o piso do magistério municipal e, além disso, com a nova tabela de aumento apresentada aos professores, está garantindo o pagamento de salários acima do que foi instituído pelo Ministério da Educação (MEC) e o Supremo Tribunal Federal (STF)

A garantia desses e de outros benefícios para o magistério municipal foi dada nesta sexta-feira (29), pela secretária municipal de Educação, Micheline Paulino, durante entrevista coletiva. Ela afirmou que o Governo Municipal já vem pagando acima do piso nacional. Em Guarabira, um professor inicial recebe R$ 1.009,00 por 30 horas-aulas semanais. O piso do MEC é de R$ 890,00.

A coletiva aconteceu na sede da Secretaria de Agricultura do município e foi prestigiada por professores, secretários da administração municipal, diretores de escolas, lideranças políticas e outras autoridades. Por quase uma hora, Micheline explicou a proposta de aumento salarial da Prefeitura de Guarabira, sobretudo aos docentes que ainda aderem ao movimento de paralisação.

A proposta do Governo Municipal é aumentar de R$ 890,00 para R$ 895,00 o salário do professor e, em cima desse valor, instituir uma gratificação de 20%. Com isso, o salário de um docente inicial em Guarabira passa a ser de R$ 1.074,00 referente a 30 horas-aulas por semana, inclusive há apenas dois professores que perceberão esses vencimentos. A maior parte é acima de R$ 1.300,00.

A secretária explicou que a administração municipal utiliza 84% dos recursos do Fundef com a educação do município, inclusive no pagamento de salários. Com o aumento ora anunciado, esse percentual deve superar os 100%. Micheline Paulino afirmou que o piso do professor guarabirense, antes e agora com o novo reajuste, supera o pago por outros municípios de maior porte que Guarabira.

De acordo com estudos comparativos feitos pela própria secretária, tem cidade na região, por exemplo, que um professor com 8 anos de trabalho recebe salários de R$ 1.395,00. O docente de Guarabira, pelo mesmo período de atividade, vai ganhar R$ 1.801,00.

Segundo Micheline, o aumento oferecido para a categoria é o que o Governo Municipal pode pagar. A secretaria afirmou que a “greve” é sem precedente, não tem a adesão da maioria dos professores, possui forte infiltração de política partidária por parte de alguns docentes e dirigentes sindicais, além do mais, o movimento de paralisação tem a finalidade de tentar encobrir a implantação da Escola Técnica Federal em Guarabira, conseguida com muita luta da prefeita Fátima, do deputado Raniery, do ex-governador Roberto Paulino e de toda sociedade guarabirense.

Ilegalidade
A secretária de Educação de Guarabira revelou que a Procuradoria Jurídica do município entrou, junto ao Tribunal de Justiça, com o pedido de ilegalidade do movimento paredista, pensando em mais de 7 mil alunos, ora prejudicados pela insensibilidade dos que fazem o Sindicato dos Professores municipais.

Redação iParaíba com Ascom

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