Poucas verdades e muitas mentiras

Publicado em terça-feira, junho 26, 2018 · Comments 

[Karlos Thotta/2018]

ANTES DE COMENTAR OU DE POSTAR, ANTES DE CURTIR E DE COMPARTILHAR, PARE, PENSE E VEJA SE TEM VERACIDADE.

Nunca antes, foi tão importante, na história da humanidade, definir as fronteiras de informações divulgadas pelos meios de comunicação que podem gerar meias verdades e falsidades.

Com a proximidade das eleições, algumas agências de notícias divulgam informes garimpados em pesquisas eleitorais de pouca credibilidade, que podem contaminar milhões de eleitores e ameaçar o resultado qualitativo das eleições, que devem fidelizar as vontades democráticas do eleitorado brasileiro.

No século da internet onde as pessoas comentam, opinam e compartilham notícias geradas e editadas no mundo inteiro, os internautas, a cada dia, precisam estar mais atentos para escapar do lixo chamado de “fake news” ou, em bom português, notícias falsas.

Falsas notícias são ameaças reais contra as democracias e a liberdade, porque não têm nome nem remetente e são espalhadas como vírus para, rapidamente, contaminar milhões de pessoas espalhadas pelo mundo inteiro.

Com o claro objetivo de promover a ampliação da violência, dos preconceitos, dos rancores e das intolerâncias, as falsas notícias rapidamente contaminam os sistemas de comunicação em todo mundo.

Para efetivamente combater as falsidades é fundamental que todos os meios de comunicação reafirmem a sua responsabilidade sobre todas as notícias que venham a publicar.

Uma boa nova, é uma pesquisa feita pelo Instituto Ideia Big Data, onde informa que mais de 65% das pessoas recorrem a fontes de informações tradicionais, para confirmar se uma dada notícia é falsa ou legítima.

NUM ANO ELEITORAL, A VIGILÂNCIA CONTRA AS FAKE NEWS DEVEM SER INTENSIFICADAS. 

ANTES DE COMENTAR OU DE POSTAR, ANTES DE CURTIR E DE COMPARTILHAR, PARE, PENSE E VEJA SE TEM VERACIDADE.

 

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