veja Como funciona

O que é o serviço all-inclusive e como ele tem sido usado pelo turismo brasileiro?

Publicado em sexta-feira, janeiro 31, 2020 ·

Entenda as vantagens de viajar comprando um pacote como esse

Sol, calor, água, cenários paradisíacos e comida e bebida à vontade: essa é a descrição da viagem dos sonhos de muita gente. Sabendo disso, cada vez mais estabelecimentos estão oferecendo a opção all-inclusive que, como o próprio nome diz, tem tudo incluído no pacote.

Mas, você sabe como esse serviço funciona na prática? Será que realmente compensa financeiramente? É importante tirar essas e outras dúvidas antes de reservar um resort para a família e é isso o que vamos fazer aqui.

Como funciona?

O motivo pelo qual cada vez mais brasileiros estão optando por esse tipo de serviço é evitar surpresas desagradáveis com os custos adicionais na hora do check-out.

A explicação de quem oferece o serviço é que, diferentemente da maioria das hospedagens — que oferecem apenas café da manhã por conta —, no all-inclusive são oferecidos também almoço, jantar, lanches, bebidas e, em alguns casos, até petiscos.

Cada local tem o seu próprio sistema, mas, em geral, os hóspedes recebem uma pulseira ou cartão que dão a eles o direito de consumir à vontade nos restaurantes e bares que fazem parte do pacote, praticamente 24 horas por dia.

É tudo liberado?

Essa é uma pergunta muito importante e que pode evitar muitas surpresas desagradáveis durante a estadia. A resposta é: depende. Pode ser que sim, mas, nem sempre tudo o que é oferecido na hospedagem faz parte do pacote all-inclusive.

Em muitos estabelecimentos estão incluídas como bebidas ilimitadas apenas as não alcoólicas ou alguns drinks específicos. O mesmo pode acontecer com as comidas, e só algumas opções do cardápio estarem incluídas no pacote.

Muita gente se esquece de fazer isso, mas é essencial checar, com detalhes, tudo o que está comprando no pacote, para garantir que o que é oferecido atenda às suas necessidades.

Quem é vegetariano ou tem alguma restrição alimentar, por exemplo, precisa se certificar de que o local oferece opções adequadas à sua dieta.

E compensa?

Cada caso é um caso, mas costuma compensar sim. Em geral, mesmo que o all-inclusive custe mais caro que os pacotes tradicionais, fazer todas as refeições em outros estabelecimentos sairia mais caro, no final das contas, especialmente se estamos falando de famílias.

Também é importante entender que all-inclusive nem sempre significa luxo. Na maioria dos pacotes, há filas para se servir e você pode sim comer o quanto quiser, mas não o que quiser, apenas as opções e marcas disponíveis no cardápio.

Para saber se compensa, vale a pena analisar o quanto você e sua família vão realmente usufruir do que é oferecido no local — evitando correr o risco de pagar caro por serviços que não vão utilizar.

Se você pretende sair para fazer passeios fora por vários dias, por exemplo, essa pode não ser uma boa opção. Até porque esses programas costumam ter um custo à parte.

O all-inclusive é adequado para quem quer passar dias inteiros no resort, comendo e bebendo, sem ter que se preocupar com nada. Ou seja, para quem quer que a hospedagem seja o próprio destino.

Onde é melhor?

A resposta a essa pergunta também depende muito do perfil e das necessidades de cada grupo. Mas, no Brasil, existem ótimas opções de resorts, em locais com paisagens maravilhosas.

Há várias opções na Bahia, como o Complexo Costa do Sauípe, que está entre os melhores do estado. Aliás, há boas opções espalhadas por todo o Nordeste e também pelas regiões Sul e Sudeste.

É só escolher o destino que mais lhe agrada, pesquisar direitinho todos os detalhes e desfrutar de uma viagem inesquecível — e sem surpresas na hora de pagar a conta.

 

Conteúdo Gear Seo

 

 

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