Nice Almeida – E o escolhido foi… o FPM

Publicado em domingo, novembro 25, 2012 ·

Ele foi criado com o objetivo de contribuir para o aumento das finanças dos estados e dos municípios e, até então, era tido como a solução para muitos problemas nas prefeituras. Mas eis que de repente… o que havia sido considerado uma espécie de herói passou a ser o grande vilão da história.

De repente… não mais que de repente, como se tivessem ensaiado um mesmo discurso, a grande maioria dos prefeitos paraibanos começou a colocar a culpa de todos os problemas de suas prefeituras no Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Demissão em massa dos prestadores de serviço e comissionados: culpa da redução no repasse do FPM. Atraso nos salários dos servidores: culpa da redução no repasse do FPM. Falta de pagamento aos fornecedores: culpa da redução no repasse do FPM.

Depois de quatro, ou até oito anos de governo para os que estão no segundo mandato, apenas agora alguns gestores paraibanos perceberam a crise, somente com a proximidade do fim de seus comandos eles ficaram sabendo que não têm dinheiro em caixa.

 A pergunta que não quer calar é: para onde foi toda aquela abundância divulgada por alguns durante a campanha eleitoral?

Sem ter muitas explicações para a quebradeira existente na sua prefeitura, alguns prefeitos encontraram a vítima perfeita para crucificar: o FPM.

Pena é que a matemática financeira de algumas prefeituras não bate com a da ONG Transparência Municipal.

Vejam bem:

De acordo com a Transparência Municipal, em dezembro de 2011 os municípios paraibanos receberam R$ 159.493.920 milhões. O valor subiu para R$ 180.549.909 milhões previstos para serem repassados agora em dezembro de 2012.

A pedido

Pediram-me para falar sobre o processo de transição em Solânea. Hein? Onde? Quando? Como? E por acaso está existindo transição em Solânea minha gente? Até onde eu saiba só se for transição de malas!

Pra fechar

Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor, apenas respeitadas como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos. Porque metade de mim é o que ouço, mas a outra metade é o que calo. (Oswaldo Montenegro)

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