Nicarágua: encontro reunirá Movimentos Sociais das Américas e Caribe

Publicado em quinta-feira, julho 7, 2011 ·

logo_ecosol_14_03_50Em Manágua, região do Oceano Pacífico, margem sul do lago Xolotlán, Nicarágua, os movimentos sociais das Américas e Caribe estarão reunidos nos próximos 17 e 18 para participar do “Encontro de Movimentos Sociais da Aliança Bolivariana de Nossa América (Alba), das Américas e do Caribe”.


A intenção do encontro é comemorar os 50 anos de aniversário da Fundação da Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) e os 32 anos da Revolução Popular Sandinista. No dia 19, data que marcar o aniversário da Revolução, será realizado um ato simbólico para celebrar a vitória popular.
“Reconstruindo a solidariedade” será o tema principal do evento que, além das comemorações, reunirá os movimentos sociais das Américas, países da Alba e Caribe para refletir e promover uma comunicação mais direta com os participantes do encontro, além de buscar reconstruir os vínculos de solidariedade dos diferentes movimentos sociais presentes.
A inscrição para o evento pode ser feita até a próxima terça-feira, dia 12, através do e-mail: nicaragua.movimientossociales@gmail.com. É necessário enviar para o endereço de e-mail o nome completo do participante, país e cidade de origem e organização que representa.


As inscrições deverão ser confirmadas no primeiro dia do evento. Os movimentos sociais da Nicarágua garantirão transporte interno para participar dos trabalhos e do ato. Já as delegações garantirão o transporte dos participantes de ida e volta ao seu país de origem com direito à alimentação e hospedagem.

Contexto histórico

19 de julho é lembrado em toda a Nicarágua como o dia em que forças populares conseguiram, depois de muita luta, derrotar a ditadura imposta pela família Somoza, que ficou mais de 40 anos (1936-1979) no poder, período em que teve o apoio dos governos norte-americanos. A vitória foi fruto da união de diversos setores da sociedade, entre eles trabalhadores, empresários, camponeses, estudantes e guerrilheiros, que se aliaram para derrubar a ditadura militarizada passada do pai, Anastasio Somoza García, para os filhos, Luís Somoza e Anastasio Somoza Debayle.

A revolução tem como principal símbolo o general Augusto C. Sandino que, com um pequeno exército formado por trabalhadores e camponeses, conseguiu vencer as forças militares estadunidenses que ocupavam o país a pretexto de pacificar o território e garantir a paz. O líder foi morto a mando de Somoza e até hoje a localização de seu corpo é desconhecida.






Jeane Freitas
Focando a Notícia

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