Morre segunda vítima da Superbactéria KPC na Paraíba

Publicado em segunda-feira, junho 20, 2011 ·

bacteriaUma aposentada de 72 anos morreu na manhã desta domingo (19), vítima da bactéria KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase), conhecida como ‘Superbactéria’. Ela estava internada na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Edson Ramalho há quase 1 mês e não resistiu.

A vítima era natural da cidade de Patos e havia sido transferida do Hospital São Francisco para lá. No dia 09 de junho deste ano, a UTI do Hospital havia sido interditada e sete pacientes foram isolados, depois que a bactéria KPC foi encontrada no local.

A direção do Edson Ramalho não quis comentar o fato. Por telefone, uma funcionária, que não quis se identificar, confirmou a morte, mas informou que só o Coronel Thaelman, diretor da unidade, poderia se pronunciar.

Esta é a segunda morte de pessoas infectadas com a KPC na Paraíba em 2011. A primeira morte aconteceu na semana passada, onde um bebê de apenas seis meses de idade faleceu vítima da doença. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, 25 pessoas morreram vítimas da superbactéria em 2010.

O que é?

A Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC), é um mecanismo de resistência de bactérias a um grupo de antibióticos. Ao adquirir uma enzima, a bactéria se tornou resistente a um grupo de antibióticos, incluindo os mais potentes contra infecções.
Sintomas e Contagio

Os principais sintomas são pneumonia e infecção urinária. Ela atinge principalmente pessoas hospitalizadas com baixa imunidade, como pacientes de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A bactéria pode ser transmitida por meio do contato direto, como o toque, ou pelo uso de objetos. A lavagem das mãos é uma das formas de impedir a disseminação da bactéria nos hospitais.
Prevenção

Ao entrar no hospital, se acompanhante ou visitante de doentes, lave as mãos com água e sabão e, em seguida, passe álcool. Se tocar no paciente, repita imediatamente o procedimento. Evite contato físico com outros doentes e, se houver, não se esqueça de higienizar as mãos. Evite tocar em macas, mesas de cabeceira e equipamentos hospitalares. Havendo contato, lave as mãos antes de encostar de novo no doente.

Portalcorreio

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