Mais de 40 países pediram na ONU o fim do bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba

Publicado em quarta-feira, outubro 2, 2013 ·

bloqueio_foto_cuba_havana.Durante a 68ª Assembleia Geral das Nações Unidas, mais de 40 países pediram que os Estados Unidos detenham o bloqueio econômico que mantém contra Cuba há mais de meio século. À respeito, o presidente da Bolívia, Evo Morales, disse que era “o pior genocídio”.

No marco da 68ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), mais de 40 países dos cinco continentes solicitaram ante este organismo que os Estados Unidos (EUA) cessem o bloqueio contra Cuba.

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Durante as sete jornadas do debate, a reclamação de colocar fim ao cerco econômico, comercial e financeiro imposto há mais de meio século foi ouvida no palanque das Nações Unidas por presidentes, primeiros-ministros e chanceleres.

Nesta terça, no último dia de debates, Nicarágua, Santa Lucía, Granada, Suriname, Barbados, Síria e Guiné se uniram à demanda expressa por representantes da América Latina, Caribe, África, Ásia, Oceania e Europa.

O presidente da Bolívia, Evo Morales, qualificou o bloqueio contra a Ilha como “o pior genocídio”, enquanto que os presidentes de El Salvador, Mauricio Funes; Gana, John Mahama, e Trinidad y Tobago, Kamla Persad-Bissessar, o chamaram de “uma conduta do passado”.

Por sua vez, o primeiro ministro de San Vicente e Granadina, Ralph Gonsalves, qualificou de “vingança míope” o cerco que a Casa Branca (sede do Governo do Estado dos Estados Unidos) mantém e que provocou perdas milionárias e um severo dano social por seu impacto em setores como a saúde, educação e esporte. “Todas as pessoas de pensamento lógico exigem o fim do bloqueio”, afirmou Gonsalves.

O presidente de Gambia, Hadji Yahya Jammeh, chamou de desumanas, injustas e flagrantes às medidas dos EUA e advertiu que carecem de alguma justificativa.

Durante as jornadas do debate geral, em várias intervenções se considerou o cerco norte-americano a Cuba um forte obstáculo para o desenvolvimento dos habitantes da ilha, assim como uma violação do direito internacional.

Os conferencistas questionaram a sucessivas administrações estadunidenses por qual motivo ignorar as resoluções que por maioria esmagadora se aprovaram na Assembleia Geral da ONU desde 1992, sobre a necessidade de colocar fim à medida unilateral.

adital

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