Karlos Thotta

Humanizar ou ignorar, eis a gestão

Publicado em quinta-feira, agosto 22, 2019 ·

EM TODAS AS CIDADES E POVOADOS DO MUNDO INTEIRO, É  PONTO  PACÍFICO QUE AS CRIANÇAS SÃO A ÚNICA ESPERANÇA DE UM FUTURO MELHOR, E MAIS HUMANIZADO.

Independentemente da área em que atue, a função de um gestor, está ligada a fatores técnico-administrativos, econômico-financeiros e a fatores humanitários, principalmente.

Estabelecer prioridades, para aplicação dos recursos financeiros disponíveis, é um exercício diário de qualquer gestão verdadeiramente comprometida com as necessidades humanas mais urgentes.

A escolha da camada populacional, a ser contemplada com os poucos recursos disponíveis, torna-se mais fácil quando envolvem criancinhas carentes que não recebem atenções médico-educacionais.

Por falta de vagas nas creches e pela inexistência de plantão pediátrico, o gestor brasileiro comete um erro contra as crianças e contra as suas mães, que ficam impossibilitadas de trabalhar, tranquilamente.

Diante desses argumentos, é fácil entender porque nenhuma opção de aplicação, dos poucos recursos financeiros disponíveis, deve ser usada antes que as crianças tenham vagas nas creches e sejam atendidas por um plantão pediátrico.

A INFINITA BONDADE DE DEUS-PAI PERMITIU QUE O NASCIMENTO DE SEU PRIMEIRO E ÚNICO FILHO, JESUS, VIESSE AO MUNDO COMO A CRIANÇA QUE MOSTRARIA A TODOS O MELHOR FUTURO E O CAMINHO DA VIDA ETERNA.

EM TODAS AS CIDADES  E  POVOADOS  DO MUNDO INTEIRO, É  PONTO  PACÍFICO QUE AS CRIANÇAS SÃO A ÚNICA ESPERANÇA DE UM FUTURO MELHOR, E MAIS HUMANIZADO.

 

 

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