Gestões ruins para jovens e crianças 

Publicado em segunda-feira, junho 12, 2017 · Comments 

(Karlos Thotta/2017)

PAÍSES QUE POUCO INVESTEM NA EDUCAÇÃO E NOS ESPORTES, PARA SUAS CRIANÇAS E JOVENS, CONSTROEM, NO PRESENTE, UM PÉSSIMO FUTURO.

Todas as pessoas, de qualquer país, podem, em algum momento, precisar dum serviço público caso elas residam em países que adotaram sistemas de governanças considerados constitucionais e democráticos, em pleno funcionamento, para atendimento da população

Entre os diversos grupos populacionais, existentes em qualquer país, há um que merece atenções especiais, dos poderes públicos constituídos, para melhorar as atuais condições de vida com os olhos voltados para o futuro a ser construído pelas crianças e jovens que possam encontrar, no seu tempo presente, as condições esportivas e escolares necessárias para vislumbrar um futuro de paz e prosperidades, sem injustiças sociais.

O futuro de uma nação está depositado na capacidade construtiva de seus governantes atuais e não nas suas astúcias usadas na criação de frases de efeitos ou de “slogans” como por exemplo: “Um País de Todos” ou “Pátria Educadora”, que pedem muitas respostas de todos os gestores em todos os níveis de governança.

Respostas nascem quando perguntas são feitas como estas, por exemplo:

“Um país de todos”. Todos que vivem tão pobremente, a ponto do próprio governo chamá-los de miseráveis?

“Um país de todos”. Todos que não podem ler nem escrever, e por isso são chamados de analfabetos pelos gestores que têm a obrigação funcional de alfabetizá-los?

“Um país de todos”. Todos que, durante 12 anos, foram alunos no ensino básico, onde o esporte era uma raridade e nas aulas faziam cópias sem entender o que estavam copiando?

“Um país de todos”/”Pátria educadora” que vem sendo construído numa população de 12 milhões de pessoas “miseráveis”, 13 milhões de analfabetos e com mais de 15 milhões de desempregados?

“Um país de todos”/”Pátria educadora” de uma imensa população que é, oficialmente, mantida na pobreza por consequência da péssima distribuição de renda mensal do programa “Bolsa Família” que, em 14 anos de vigência, fornece um valor máximo próximo de 300 reais por família carente que poderia estar recebendo pelo menos um valor próximo de 1000 reais, que se aproximaria do valor da Bolsa Educação que existia antes da atual “Bolsa Família”?

“Um país de todos”/”Pátria educadora” que não investe nos esportes voltados para crianças e jovens que precisam conhecer e praticar os fundamentos da organização, das disciplinas, da solidariedade e do trabalho em equipe para superar dificuldades e conquistar vitórias?

“Um país de todos”/”Pátria educadora” onde escolas integrais são raras na maioria dos 5.570 municípios dos 26 estados da nossa federação brasileira?

Existe um velho golpe, conhecido pela maior parte da população, que a polícia chamou golpe do bilhete premiado, que continua enganando o povo prometendo bom dinheiro, a ser ganho facilmente, caso ele creia no golpista.

A cada dois anos, caímos em golpes piores do que esse do bilhete premiado. Caímos nos golpes das promessas premiadas a serem entregues se dermos os nossos votos para os candidatos golpistas.

São esses tais candidatos os responsáveis por todas as ilicitudes que as frases enganosas escondem, para manter o povo acreditando que receberá o prêmio do falso bilhete das loterias dos políticos enganadores que enriquecem prometendo ao povo enganado “Um país de todos” “Pátria educadora”.

GOLPISTA SEMPRE ENGANA E FURTA NO VAREJO; GESTORES RUINS FAZEM TUDO ISSO NO ATACADO.

PAÍSES QUE POUCO INVESTEM NA EDUCAÇÃO E NOS ESPORTES, PARA SUAS CRIANÇAS E JOVENS, CONSTROEM, NO PRESENTE, UM PÉSSIMO FUTURO.

 

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