Em Alagoa Grande, família que vive em dificuldades pede ajuda

Publicado em domingo, Março 18, 2012 ·

 Essa semana, ao fazer mais uma visita a família de Arlinda e Manoel, o professor Rafael Rodrigues, que estava viajando juntamente com dois estudantes universitários de Alagoa Grande, para participar do evento de Física moderna, que  foi realizado na UFCG, campus Campina Grande, ficou muito surpreso por dois motivos: primeiro, o prefeito Bosco Júnior ainda não enviou nenhum representante seu, como por exemplo, o secretário de infra-estrutura, José Avelar, ou o secretário de assistência social, Luis Lucindo, para visitar aquela família carente; o segundo motivo foi o fato da família carente ter aumentado para dez filhos porque a ex-esposa de Sr. Manoel, que estava morando em Arara-PB, viajou para o Rio de Janeiro e deixou os 3 filhos sob a responsabilidade dele como pai.
Desde a primeira vez que o professor Rafael comunicou ao Monsenhor Nicodemos ele falou que poderia ajudar com cestas básicas e comentou que era um paliativo para aliviar a dor daquela família.

É de extrema necessidade para que seja tomada uma medida de urgência com a finalidade de amenizar esta situação difícil por que passa esta família, que pretende sair desta casa o mais rápido possível devido ao  constante perigo de um acidente com as crianças por algum carro.

A cesta-básica doada pelo Monsenhor Nicodemos da Igreja Católica de Alagoa Grande para a família de Dona Arlinda foi entregue ontem, 16, pela professora Elza Rodrigues Farias.

Veja na foto abaixo o perigo de acontecer uma tragédia se o carrro sobrar na curva cairá em cima da casa de Dona Arlinda. Por isso, que o seu Manoel está preocupado porque agora ele tem que controlar 10 crianças. Sem falar que das três crianças que chegaram recentemente uma menina de 16 anos está grávida.

Família sem expectativa

Sem a disposição de trabalhar, Manoel faz o que pode para dar uma vida melhor a toda sua família, mas a fome é um monstro implacável que não perdoa aqueles que não a resistem, e convive na família todo dia. Com a insuficiente renda de R$ 240 reais do Bolsa Família tirada por sua esposa, Arlinda Bento Tomáz, de 32 anos, a feira mensal é a única coisa que dá pra comprar para dentro de uma casa frágil, feita de barro, desestruturada, sem nenhuma rede de esgotos e localizada numa região de alto risco. As outras necessidades , a exemplo do vestuário das crianças e dos móveis para casa vêm de ações filantrópicas.
Ao ser questionado pela reportagem da Rádio Rural, Manoel afirmou que não recebeu nenhuma ajuda da Prefeitura de Alagoa Grande, e que foi difícil até conseguir um enterro digno para seu filho mais novo que não resistiu a situação de miséria vivida pela família e morreu, dois dias depois de nascido. Ele pede às autoridades competentes que um lugar mais seguro para que todos possam viver um pouco mais seguros.

Rafael Rodriges para o Focando a Notícia

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