Depoimento de Marcelinho Paraíba em Campina Grande é adiado

Publicado em segunda-feira, Janeiro 23, 2012 ·

charge_democratizaçãoO depoimento do jogador do Sport Club do Recife Marcelinho Paraíba foi adiado para as 15h30 (horário local) desta terça-feira (24) na 7ª Delegacia Distrital de Campina Grande. O atleta, indiciado por estupro, iria prestar declarações nesta segunda-feira (23) na condição de testemunha no processo que investiga se o delegado Rodrigo Pinheiro efetuou disparos de arma de fogo durante uma festa que aconteceu em seu sítio, em novembro de 2011. Pinheiro é irmão da suposta vítima do estupro.

Afonso Vilar, advogado de Marcelinho Paraíba (Foto: Karoline Zilah/G1)
Afonso Vilar, advogado de Marcelinho Paraíba (Foto: Karoline Zilah/G1)

A audiência que seria nesta segunda-feira (23) foi adiada por conta de um compromisso profissional, segundo o advogado Afonso Villar. O jogador está escalado para disputar uma partida contra o Petrolina na noite desta segunda, remarcada devido às chuvas que caíram no Recife no domingo (22).

De acordo com o delegado da 7ª Delegacia Distrital, outras testemunhas também serão intimadas. “O quadro vai se delinear de acordo com o que forem dizendo até que o acusado seja ouvido no final, conforme a regra processual”, acrescentou.

O delegado informou que Rodrigo Pinheiro, suspeito de dar tiro na festa em que o jogador foi preso, também vai ser ouvido. O depoimento do delegado acusado ainda não foi marcado. Porém, em entrevista concedida no dia da prisão do atleta, Pinheiro alegou que os policiais militares efetuaram alguns disparos para cima porque estavam sendo cercados por pessoas armadas que queriam impedir a prisão de Marcelinho, versão já negada pelo jogador.

Entenda o caso
Segundo informações do delegado Fernando Zoccola, a suposta vítima afirmou em seu depoimento que o crime aconteceu em novembro de 2011 durante uma festa no sítio do jogador em sua cidade natal, Campina Grande, como comemoração pela ascenção do time à Série A do Campeonato Brasileiro.

A mulher contou que Marcelinho forçou um beijo e a agrediu, puxando seus cabelos. Ela apresentava cortes na boca e foi levada para a Unidade de Medicina Legal (UML) onde foi submetida a um exame de corpo de delito.

Outros três amigos de Marcelinho também foram detidos durante o tumulto. Junto com o jogador, eles foram indiciados por resistência à prisão e desacato a policiais militares. Na ocasião, o jogador chegou a ser preso no presídio Serrotão e foi liberado após uma determinação da Justiça.

G1

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