Defesa do Galo erra a logística e STJD adia julgamento do processo do Treze; confrontos finais entre Botafogo-PB e Campinense continuam mantidos

Publicado em quinta-feira, junho 16, 2011 ·

treze1Um problema na chegada dos processos envolvendo o Treze/PB às mãos do relator dos casos no Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) culminou nesta quinta-feira, dia 16 de junho, no adiamento dos casos. Pior para o clube paraibano, que pretendia ver hoje o título estadual conquistado em campo homologado pelo tribunal, já que isso não aconteceu em função de um imbróglio na reta final da competição.

Agora, resta ao Treze/PB esperar por uma nova sessão, ainda sem data marcada.

Logo após o primeiro julgamento da pauta do dia, o presidente do STJD, Rubens Approbato, informou que os processos referentes ao Treze/PB foram retirados de pauta, já que houve um problema na logística da entrega dos processos ao relator Alexandre Quadros. Como ele não teve tempo de avaliar bem o caso, o processo foi adiado.

Com este adiamento, as partidas decisivas da segunda fase entre Botafogo-PB e Campinense estão confirmadas para os próximos dias 19 (em João Pessoa) e 26 (em Campina Grande), já que não há mais a possibilidade de cancelamento destas até segunda-feira (20). Inclusive, o Ministério Público liberou o estádio “O Almeidão” para a disputa do clássico decisivo.

Entenda o caso:

Em um dos mandados de garantia, o clube pleiteia disputar a decisão do Campeonato Paraibano, como assim o fez. Em seguida, o Treze/PB questiona a não homologação do título estadual, já que corre no Tribunal de Justiça Desportiva da Paraíba (TJD/PB) um imbróglio surgido em torno da semifinal do segundo turno, quando enfrentou o Botafogo/PB.

Tudo começou no dia 8 de maio. Nesta data, a equipe do Treze precisava vencer por quatro gols de diferença o Botafogo/PB, e uma confusão generalizada começou justamente após o quarto gol da equipe. Segundo o processo, os atletas do banco de reservas do Botafogo e seu treinador se revoltaram e começou uma confusão que gerou inúmeras expulsões, incluindo agressão ao árbitro.

Após o reinicio da partida, dois jogadores do Treze foram retirados de campo sob a alegação de lesão, o que ocasionou o encerramento da partida por não haver número suficiente de atletas, de acordo com a norma da Fifa. Com a possibilidade de punição ao Treze em função da acusação de “cai-cai”, o TJD/PB acolheu o pedido de liminar para suspender as partidas finais do Estadual.

Porém, após esta suspensão, o presidente do STJD, Rubens Approbato, deferiu a liminar do Mandado de Garantia impetrado pelo Treze para que fossem realizadas as partidas finais, e que de fato foram realizadas, quando o Treze se sagrou campeão. Inconformado, o Botafogo propôs nova medida requerendo a não homologação dos resultados das partidas finais dos jogos entre Treze e Campinense até decisão final do TJD/PB.

Em seguida, chegou ao tribunal paraibano o processo em que o Treze responde à denúncia de “cai-cai”. Nele, o clube até então campeão acabou punido com a perda de pontos, o que resultou na marcação de novas finais de segundo turno, agora entre Botafogo e Campinense, onde o vencedor enfrenta o Treze, campeão do primeiro turno.

A Procuradoria do STJD entende que o título não deve ser homologado, já que, naturalmente, o processo envolvendo a punição ao Treze chegará ao STJD. Assim, mesmo que outro clube seja campeão estadual no decorrer dos novos jogos marcados, o Treze poderá reaver o título caso seja absolvido na instância máxima de tal acusação.

PBAgora

com Justiça Desportiva

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