Couto diz que não teme a morte e revela que ameaças começaram após Operação Squadre

Publicado em sábado, outubro 5, 2013 ·

luiz-coutoApós as denúncias de ameaças de morte vir à tona na segunda (30), o deputado federal e padre Luiz Couto (PT) declarou que se sente em prisão domiciliar, mas declara que não tem medo da morte. Ele também comentou que as ameaças de morte começaram após a deflagração da Operação Squadre por parte da Polícia Federal.

Em entrevista exclusiva ao Sistema Arapuan de Comunicação nesta sexta (4), o deputado apontou que as ameaças começaram após a ‘Operação Squadre’, que prendeu 20 policiais militares e civis, entre eles um major da Polícia Militar. “São ameaças, desqualificação e destratação também na mídia e os recados e insinuações em relação à minha vida”, diz.

Couto ressaltou que a própria Polícia Federal aumentou o efetivo para dar proteção ao parlamentar. Para o padre isso significa que é preciso ser feita uma grande investigação. Ele ressaltou ainda que vem recebendo apoio de muitas pessoas e citou Frei Anastácio, companheiro de partido e Carlos Dunga, além da Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) e da bancada do partido. “Temos diversos segmentos apoiando a luta e a certeza de que queremos enfrentar”, diz.

 

“Hoje não tenho vida privada, não posso ir a um local sozinho, livraria, cinema… Eu hoje sou um preso domiciliar sem ter cometido crimes”, reclama.

 

Apesar disso, o padre afirmou que não tem medo de morrer. “Deus é que nos protege”, diz e destaca que tem segurança e pede uma investigação profunda à Polícia Federal. “O próprio CNDH vai realizar uma reunião para discutir essa questão e vai conversar com as autoridades também mostrando que nós não estamos sozinhos, estamos com a graça de Deus e também com o apoio de muitas pessoas”, diz.

 

Marília Domingues / Fernando Braz

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