Em Areia

Comunidade no brejo se transforma em associação e área turística, na PB

Publicado em domingo, março 3, 2019 ·

Falar em casos do empreendedorismo de sucesso na Paraíba na área do turismo é impossível não destacar a Comunidade Chã de Jardim, divisa do município de Areia com a cidade de Remígio, região do Brejo paraibano. Foi lá que a empresária Luciana Balbino, hoje proprietária do restaurante rural Vó Maria e do Camping & Hotel de Barraca, iniciou um trabalho junto à comunidade, fazendo rifas, bingos, organizando festas e vendendo lanches para arrecadar dinheiro e ajudar aos residentes do local.

 

A comunidade, localizada na Mata Pau dos Ferros, era composta de 20 pessoas que residiam no local. Foi então que o gestor que tomava conta da mata e dessas famílias que ali residiam, fez um convite para a comunidade fazer um curso de associativismo, e foi aí que Luciana percebeu que eles já eram uma associação. “Nós fizemos um curso de empreendedorismo no Sebrae-PB, e foi aí que descobrimos que tínhamos um potencial muito grande e poderíamos fazer mais coisas pela nossa comunidade”.

 

Hoje, a Associação para o Desenvolvimento Sustentável da Comunidade de Chã de Jardim (Adesco) conta com 27 associados. Na comunidade vivem 200 famílias, que aprenderam a olhar em volta e ver na natureza uma oportunidade para a independência financeira. A sobrevivência vem do trabalho na produção da polpa de frutas, artesanato feito com a folha da bananeira, piquenique na mata, trilha ecológica, restaurante rural Vó Maria e o Camping & Hotel de Barraca.

 

Esse modelo de empreendimento tem servido de exemplo em diversas localidades do Brasil através de Luciana Balbino, que recebe constantemente convites para dar palestras sobre o trabalho realizado na comunidade. Para aperfeiçoamento na produção dos serviços, a Chã de Jardim foi buscar a capacitação junto ao Sebrae-PB e Senai, bem como recursos junto ao Banco do Nordeste para a compra de equipamentos. A partir daí, os serviços foram crescendo e a comunidade se aperfeiçoando cada vez mais.

 

“Nós já realizamos vários empréstimos junto ao Banco do Nordeste. O primeiro foi em torno de R$ 4.000,00 para a compra de um frízer e outros equipamentos para abrir a nossa fábrica de polpa de frutas.

 

PBAgora

 

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