MP e PMJP discutem tratamento para crianças e adolescentes com dependência química
De
acordo com o promotor de Justiça Alley Escorel, o município reconheceu que não
dispõe atualmente de local para o tratamento de dependentes químicos em sistema
de “internação” em tempo integral e por tempo prolongado, razão pela qual tem
consciência da necessidade de expandir os serviços da Secretaria de Saúde neste
sentido.
O promotor
disse ainda que a secretária municipal de Saúde foi bastante sensível ao pleito
do Ministério Público no sentido do município custear o tratamento de crianças
e adolescentes com dependência química em comunidade terapêutica existente no
nosso Estado. “Ela se mostrou preocupada com o problema e se comprometeu em
agilizar o trâmite legal para custear o tratamento dos dependentes químicos”,
ressaltou.
Alley Escorel
relatou que é crescente e preocupante o aumento de adolescentes viciados em
drogas, principalmente o crack, gerando grandes problemas à família e à
sociedade, e que apesar do município ter criando o Caps AD (Centro de Atenção
Psicossocial) destinado a acolher e cuidar de pessoas com dificuldades
decorrentes do uso prejudicial de álcool e/ou outras drogas, existem casos em
que é necessário o afastamento do dependente químico do ambiente familiar e
comunitário a fim de possibilitar a eficácia do tratamento de desintoxicação.
Ministério Público da Paraíba
Assessoria de ImprensaFocando a Notícia












