As demissões de servidores pro tempore e prestadores de serviços, no prazo de três meses, como quer o Ministério Público Estadual (MPE), parariam o serviço público e inviabilizariam as administrações na grande maioria dos 223 municípios da Paraíba.
É
o que pensa o presidente da Federação das Entidades Sindicais de
Servidores Públicos Municipais da Paraíba, Francisco de Assis Pereira,
com base em levantamento feito pela entidade junto às prefeituras.
Ele criticou a recomendação do
Ministsério Público em relação às demissões de servidores. De acordo
com o presidente da federação, o Ministério Público fez apenas uma
recomendação e “não tem poderes para mandar demitir e muito menos de
colocar prefeito na cadeia”.
De acordo com ele, antes de mandar
demitir prestadores de serviços e servidores pro tempore dos
municípios, o Ministério Público teria que mandar demitir também no
âmbito do Governo Federal, Governo do Estado, Poder Judiciário,
Tribunal de Contas e do próprio Ministério Público.
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