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Como saber qual o fundo de investimento ideal para você?

Publicado em sexta-feira, maio 17, 2019 ·

O investimento ideal é sempre aquele que melhor se adequa ao perfil do investidor e pode atender suas necessidades, particularidades e objetivos. Afinal, é por meio dele que muitos sonhos tornam-se realidade.

Com os fundos de investimentos, claro, a lógica é a mesma: por possuírem muitas opções, é fundamental escolher aquela que pareça mais perfeita para o momento de vida de cada um. Isso, porque uma aplicação pode ser indicada para um investidor e, ao mesmo tempo, ser ruim a outro.

Para isso, é imprescindível pesquisar sobre o mercado financeiro e seus produtos antes de tomar alguma decisão precipitada. Apenas com estudo e prática é que se conseguem retornos interessantes para a carteira de ativos.

As características que mais impactam na tomada de decisão por um fundo são rendimento, liquidez, estratégia, taxas e prazos. Tudo isso acompanhado de perto por um gestor — assim, melhores fundos tem gestores melhores, pois são eles os responsáveis pelo sucesso ou o fracasso do investimento.

Mas como funcionam os fundos de investimento?

Fundos são uma maneira diferente de investir e bastante versátil, sendo interessante para pequenos e grandes investidores, dos mais diferentes perfis. Funciona a partir da união de recursos de diversos investidores (que não necessariamente precisam se conhecer), aplicados em produtos financeiros escolhidos pelo gestor.

Na prática, é como um condomínio: os cotistas unem-se para investir em determinada aplicação que é administrada por um profissional independente. Em troca da experiência e trabalho desse gestor, cada cotista deve pagar uma pequena taxa fixa.

Assim, no mercado, existem fundos para todos os investidores: fundos de renda fixa, multimercados, fundos de ações, cambiais, entre outros. Para começar a aplicação, basta comprar uma ou mais cotas do fundo que for mais interessante e aguardar seus rendimentos.

Como escolher um bom fundo de investimento?

Como dito anteriormente, existem alguns fatores que impactam diretamente na performance de um fundo e, por isso, devem ser levados em conta no momento de escolher qual é a aplicação ideal. São pontos conectados entre si, mas, antes de tudo, devem ser priorizados de acordo com o objetivo de vida.

Então, por exemplo, caso o investidor tenha perfil moderado, pode optar por um fundo multimercado; caso não tenha muita experiência ainda, pode escolher fundos que tenham gestão passiva. Viu só? Tudo vai depender do que se espera com esse investimento.

Movimentações mínimas

O valor de uma cota no mercado, hoje, é de aproximadamente R$500,00, mas é possível começar a investir com apenas R$50,00 — lembre-se de que o valor dos rendimentos é proporcional ao investido.

Para resgate e novos aportes, em específico, independentemente do tipo de fundo escolhido, é preciso acumular um valor mínimo. Existem produtos que exigem R$100,00, mas tem ativos que exigem um valor mínimo maior, como R$1000,00.

Tudo é definido pelo tipo de fundo que se escolhe. Por esse motivo, são aplicações ideais seja para grandes investidores, que buscam sempre aplicar em ações, ou mesmo para quem ainda está começando e sabe que a poupança não vale a pena.

Indicadores

Para investir em fundos, é preciso também estar atento aos índices de referência a que eles estão atreladas. Nos fundos de renda fixa, por exemplo, costuma-se pagar uma porcentagem do CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

Existem também fundos mais complexos, de gestão ativa, que procuram acompanhar a performance de indicadores mais agressivos, como a Ibovespa. Nesses casos, o investidor deve pagar uma taxa adicional, de performance, caso o gestor alcance o esperado.

Categoria dos fundos

A classificação dos fundos de investimentos tem relação direta com o perfil do investidor. Assim, perfis mais conservadores, devem seguir para fundos de renda fixa, perfis mais arrojados, podem se aventurar nos fundos de ações.

Ainda assim, é importante verificar todos os outros pontos, para que, juntos, definam qual a opção mais indicada. Isso, porque dependendo do histórico de um determinado ativo da renda fixa, faz com que seja arriscado demais para um conservador.

Histórico dos fundos

Ainda que sejam investimentos voláteis, avaliar o histórico de rendimentos de um fundo é uma boa dica para entender seu comportamento e, por consequência, se vale a pena a aplicação.

O ideal, claro, independentemente da categoria, é sempre optar por ativos mais consistentes em seu histórico. Para perfis mais arrojados, ainda que se tenha uma propensão a riscos, sempre é válido conferir essa documentação.

Prospectos

Esse material, disponível em todos os fundos, contém todas as informações necessárias sobre a performance do fundo: rentabilidade esperada, liquidez (ou seja, o tempo necessário para resgate), valor da taxa de administração e prazo de liquidação.

É por meio dele que a decisão final deve ser baseada, pois ele é a garantia que se tem sobre a dinâmica do investimento escolhido. Fazer um comparativo entre os prospectos ajuda na hora da escolha.

Lembre-se sempre de, antes de pesquisar quais são os fundos de investimentos mais interessantes, fazer um planejamento financeiro com todas as informações necessárias, desde orçamento disponível até utilização do dinheiro resultante da aplicação; é isso que poderá auxiliar na tomada de decisão.

 

 

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