Com 60% das obras de Transposição do Rio São Francisco em andamento, comitês de bacias elegem representante Paraíba

Publicado em quarta-feira, julho 16, 2014 ·

transposiçãoOs representantes de Comitês de Bacias Hidrográficas do estado participaram nesta segunda-feira (15) de uma reunião no auditório da Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (Cinep), na Capital. Durante o encontro, coordenado pela Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) e Ministério da Integração Nacional, ficou decido que o engenheiro agrônomo Ulysmar Curvelo Cavalcante e a professora Maria Edelcides Gondim de Vasconcelos representará a Paraíba na discussão sobre o modelo de gestão das águas do rio São Francisco.

 

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Eles foram eleitos, respectivamente, para os cargos de titular e suplente. De acordo com o coordenador geral de Apoio a Projetos de Desenvolvimento da Integração do Rio São Francisco (Pisf), José Luiz de Souza, os representantes paraibanos viajam nesta terça-feira (15) para o Rio Grande do Norte, onde haverá uma nova eleição. “O primeiro passo foi a escolha de um titular e um suplente em cada estado receptor das águas do São Francisco, ou seja, Paraíba, Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte. Desse grupo sai um representante para a participar da gestão dos recursos hídricos do Pisf”, informou.

Durante o encontro, o secretário de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Ciência e Tecnologia, João Azevedo Lins Filho, destacou a necessidade de um modelo de gestão que descreva detalhadamente as responsabilidades de cada Estado. “A gestão das águas do rio São Francisco é importantíssima, tão importante quanto a própria transposição. O grande desafio é fazer com que essa obra atinja seus objetivos. Para isso, precisamos definir um modelo de gestão federal, no qual os estados possam se espelhar”, observou.

 

A reunião aconteceu durante a manhã e contou com a participação de membros dos comitês das bacias hidrográficas do Litoral Norte, Litoral Sul e do Rio Paraíba, além de representantes da Capega, Defesa Civil Estadual, universidades públicas e privadas, sindicatos e associações. “A participação da população nesse debate é fundamental. As instituições podem contribuir para a definição desse modelo de gestão, ajudando não apenas a definir, mas também a monitorar o funcionamento da transposição”, ressaltou.

 

De acordo com o presidente da AESA em João Pessoa, 60% das obras de Transposição Rio São Francisco. Ele ainda afirmou que no estado há 780 km de adutora que faz parte das obras de transposição. Dentro do projeto também está a adutora do Cariri que compreende o sistema do Canal Vertente que está em andamento como também a barragem de Camará.

Wagner Mariano com assessoria

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