Cidadão desabafa: “Fica difícil trabalhar desta forma”

Publicado em terça-feira, maio 31, 2011 ·


viatura1No último dia 28/05/2011 (sábado) fiquei perplexo com o que pude observar! O dinheiro público sendo aplicado conforme reza o seu contrato, a prestadora (LOCAVEL) se omitindo da suas responsabilidades e nenhuma providência sendo tomada … vou explicar melhor!

Estive numa das oficinas mecânicas a qual presta serviço assistencial a frota de veículos oficiais da Secretaria de Segurança Pública neste município de Sousa-PB, para fazer um serviço rotineiro no meu veículo particular e, qual não foi minha surpresa quando me deparei com 03 (três) viaturas do tipo caminhonete “PARADAS” por problemas mecânicos.

Observei tratar-se de veículos da policia militar e com a caracterização da Polícia Rodoviária Estadual – uma pertencente a cidade de Pombal-PB e duas pertencentes a cidade de Sousa-PB, ambas área do 14º Batalhão de Polícia Militar, com sede em Sousa-PB.

Questionei ao mecânico o porquê da não circulação dos veículos e o mesmo salientou a necessidade de compra de peças subsidiárias as quais não chegariam ao valor de R$ 3.000,00 (três mil reais) para efetivo conserto dos três veículos, porém a empresa responsável (LOCAVEL) não viabilizou as peças e o conserto das referidas viaturas policiais.

Perguntado a quanto tempo de quebra dos veículos, salientou com certa dúvida que algumas já faziam meses que ali estava e não havia previsão para sair por falta de comprometimento da empresa (LOCAVEL).

Procurado o dono da oficina, este não se encontrava, mas as informações prestadas por funcionários viabilizaram que a referida empresa (LOCAVEL) detinha uma dívida monetária por serviços prestados aos veículos locados, de cerca de R$ 7.000,00 (sete mil reais) que já vinha perdurando por meses e sequer havia satisfações ou intentos no sentido de amortizar ou liquidar a referida dívida, aliás nem os telefonemas se atendia mais; contudo o interesse maior era da oficina em prestar o devido apoio a Polícia, como sempre o fizera, e fazer circular os veículos, todavia não tinha capital para financiar do seu ‘próprio bolso’ o conserto das viaturas e dependia da Locadora (LOCAVEL) para tal.

Fiz uma investigação no comércio de Auto Peças da cidade de Sousa-PB e os estabelecimentos comerciais credenciados junto a Locadora (LOCAVEL), não disponibilizam mais peças ou acessórios aos veículos devidos as incontinenti dívidas acumuladas da empresa locadora (LOCAVEL) e o descumprimento de todas as obrigações antes firmadas e ora não concretizadas.

A empresa ‘LOCAVEL’ é a responsável por parte da frota veicular que presta serviços terceirizados a Secretaria de Segurança Pública do Estado da Paraíba, e recebe rigorosamente em dias o repasse do Governo do Estado para manter em perfeita circulação os veículos oficiais a disposição de toda uma população, conforme as informações mantidas dentro da Secretaria de Finanças do Estado da Paraíba.

Não há o que se explicar de uma tropa de policiais que mantém a ordem pública a pulso, com desvelo e comprometida para com a sociedade paraibana e, principalmente, do nosso município o qual vem se destacando no combate ao crime dentro do cenário estadual. Para nossa real surpresa o suporte, que seriam as  viaturas, ficam escarnadas como se a população não merecesse o respeito e a lisura para com os atos governamentais e a polícia fosse um depósito de descarga duma frota automotiva sem condições de circulação, mas com encargos de veículos ‘zero quilômetros’.

Taí! Muitas das nossas fronteiras e a nossa zona rural ficam desguarnecidas por não contarem com a sua pilastra central – a Polícia Militar na sua modalidade de Polícia Rodoviária Estadual – impossibilitada de realizar a sua atividade fim por não contar com o devido e necessário apoio veicular.

Espero que a população fique ciente dos fatos que circundam a Segurança Pública para poder cobrar dos responsáveis o retorno das contribuições fiscais retiradas dos nossos ganhos e salários para nos manter com o mínimo de zelo e uma real sensação de Segurança Pública dentro do nosso contexto social.

Fica aí o meu alerta, o meu dissabor e a minha ira em saber que continuamos esquecidos ou, pode-se dizer, enganados por quem detém o poder e a obrigação de zelar o bem maior da humanidade: “O SER HUMANO”, como espécie e não como objeto de favorecimento e enriquecimento de uma pouca parte da massa fétida e desumana.

Reafirmo o meu compromisso de continuar fiscalizando com os olhos da justiça e a retidão nos meus atos documentados para deixar a população por dentro de tudo!!!

João Fábio para o Focando a Notícia

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