Chefe da Okaida explica guerra com o PCC na Paraíba: ‘é matar ou morrer’

Publicado em quinta-feira, novembro 14, 2013 ·

okaida-e-estados-unidosAcusado de ser um dos líderes da facção Primeiro Comando da Capital, o PCC, Milton nega e se defende afirmando que os documentos da facção paulista, encontrados dentro de sua cela pela Inteligência dos presídios não são seus. O apenado comenta que existem 12 ou 13 pessoas morando em cada cela, mas que não iria apontar de quem era.

Esta semana veio à tona a denúncia nacional da guerra que o PCC trava na Paraíba com os integrantes da facção local, Okaida (Al Qaeda). A facção tenta dominar parte do tráfico no estado e é aliada de outro grupo, os Estados Unidos. De acordo com Milton, o PCC já dominou vários outros estados e falta a Paraíba.

Tentando se defender, o apenado explica que ajudou a criar a Okaida e não aceitaram virar o PCC e questiona que a facção está unida com os adversários no Estado.

A guerra declarada entre as facções começou após o ‘pessoal da Okaida’ matar alguns integrantes do PCC. Ele afirmou que nos pavilhões PCC e Estados Unidos andam juntos.

De acordo com o secretário de Segurança da Paraíba, Cláudio Lima, os membros do PCC ficam em isolamento. Contudo, apesar disso, eles continuam no comando. Segundo Milton, quando a Okaida foi criada, houve uma ‘desavença’ e mataram um ‘parceiro’ na rua, com isso a ‘cobrança’ veio dentro da cadeia. “É aquele negócio, quando se encontrasse ou matava ou morria, aí aconteceu: matei uns cinco”, revela.

Finalizando o chefe da Okaida brinca e diz que as pessoas falam do que não sabem: “Queria ter metade das mulheres que a minha mulher pensa que eu tenho e metade do dinheiro que o povo acha que eu tenho”.

paraíba.com.br

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