Todos os posts de Focando

Nova avaliação aponta que Bananeiras, Solânea e mais 180 municípios da PB estão com bandeira amarela

Dados apontam que 182 (82%) municípios da Paraíba possuem bandeira amarela; 23 (10%) bandeira verde; e 18 (8%) bandeira laranja, de acordo com o ’Plano Novo Normal’, do Governo da Paraíba. Nenhum município da Paraíba obteve a bandeira vermelha na terceira avaliação, que tem vigência entre os dias 13 e 27 de julho. Estes números foram neste sábado (11) e as novas bandeiras que estabelecem a matriz de orientação para a retomada gradual das atividades no estado estão disponíveis na página oficial do plano.

Na avaliação passada, 136 municípios estavam com a bandeira laranja; 79 com bandeira amarela; oito bandeira vermelha; e nenhum obteve a bandeira verde. Nos municípios classificados com bandeira amarela residem 86,95% da população paraibana. Estão inseridos na bandeira, João Pessoa, Campina Grande, Cabedelo, Guarabira, Bananeiras e Solânea. A classificação permite o funcionamento do comércio varejista e do transporte coletivo municipal, de acordo com os protocolos obedecidos pelas autoridades competentes.

Já Bayeux e Santa Rita, na Grande João Pessoa, se mantiveram com bandeira laranja. Princesa Isabel, Matureia e Bonito de Santa Fé, que antes estavam na bandeira amarela, passaram agora para a bandeira laranja e devem manter apenas o funcionamento de atividades essenciais, sem a necessidade de restrição de circulação de pessoas.

Os municípios de Barra de Santana, Belém do Brejo do Cruz, Matinhas, Santo André e São João do Rio do Peixe estão com sinalização verde, o que permite a retomada de todos os segmentos da atividade econômica, exceto atividades escolares e acadêmicas presenciais, levando em consideração os protocolos recomendados pelas autoridades sanitárias para cada área.

As cores das bandeiras ajudam os gestores municipais na tomada de decisões acertadas para evitar o aumento da propagação do novo coronavírus, permitindo o retorno seguro e paulatino das atividades econômicas, levam em consideração as taxas de obediência ao isolamento, progressão de casos novos da Covid-19 e ocupação hospitalar e são analisadas cumulativamente em intervalos de 15 dias.

Laranja e Vermelha

Nos municípios sinalizados com bandeira laranja e vermelha, podem funcionar atividades essenciais, como agropecuária; cadeia produtiva e atividades acessórias essenciais; bancos, casas lotéricas, correspondentes bancários e seguradoras; empresas de telecomunicação, comunicação e imprensa; distribuidoras e geradoras energia, atividades de extração, produção, siderúrgica e afins; transporte, armazenagem, empresas de logística, Correios e manutenção de veículos automotores; supermercados e afins; serviços de Saúde; tratamento de água e esgoto e coleta de resíduos; administração pública (observada a adoção regimes home office), além dos já sinalizados com adequações para funcionamento.

Amarela

Nos municípios com bandeira amarela, funcionam os já autorizados nas bandeiras vermelha e laranja, além de hotéis, pousadas e afins; comércio; shoppings centers; comércio popular (camelôs) e serviços em geral; escolinhas de esporte sem contato físico (natação e tênis, por exemplo).

Verde

Todos os segmentos da economia e da sociedade podem retomar suas atividades nos municípios que se encontram na bandeira verde, observando a adoção de protocolos operacionais para funcionamento das diversas atividades, que terão como foco a proteção do indivíduo, que deve evitar o contato entre pessoas; ambientes fechados e confinados e aglomerações, mesmo ao ar livre.

Flexibilização

Estão liberados para o funcionamento, em qualquer bandeira, salões de beleza e barbearias, atendendo exclusivamente por agendamento prévio e sem aglomeração de pessoas nas suas dependências e observando todas as normas de distanciamento social; shoppings centers, exclusivamente para entrega de mercadorias por meio de (delivery), inclusive por aplicativos, e como pontos de retirada de mercadorias (drive trhu), vedado, em qualquer caso, o atendimento presencial de clientes dentro das suas dependências; as lojas e estabelecimentos comerciais, exclusivamente para entrega de mercadorias (delivery); missas, cultos e demais cerimônias religiosas poderão ser realizadas online, por meio de sistema de drive-in e nas sedes das igrejas e templos, neste caso com ocupação máxima de 30% da capacidade e observando todas as normas de distanciamento social; hotéis, pousadas e similares, exclusivamente para atendimentos relacionados à pandemia do novo coronavírus; estabelecimentos que trabalham com locação de veículos; e treinamentos de atletas profissionais, observando todas as normas de distanciamento social.

G1

 

Padre de Diocese paraibana critica recepção com festa de prefeito de Uiraúna: “O povo ainda o recebe como um ídolo”

Após a população receber com festa o prefeito de Uiraúna João Bosco Fernandes, depois dele pagar fiança no valor de R$ 522 mil e ser posto em liberdade, o padre Daniel Leite, da Diocese de Patos, utilizou suas redes sociais para criticar a atitude da população.

Na publicação o padre ocultou palavras mas no contexto dá para entender que ele lamentou o fato dos populares não estarem acolhendo com festa a volta de um cientista mas de um político acusado de corrupção e de roubar o dinheiro do povo

Esse vídeo não é de acolhida de algum cientista que tenha descoberto a cura do Covid 19. Não é de recepção a alguém que concluiu o mestrado ou doutorado. Mas, de pessoas que estão recepcionando um co______pto (depois da era da pós verdade tenho até medo de escrever a palavra verdadeira, por isso deixarei subentendido) que ro___ou o próprio povo sendo flagrado recebendo 500 mil reais do dinheiro que saiu do bolso do próprio povo. E o povo ainda o recebe como um ídolo. O filósofo Francis Bancon tinha razåo quando afirmava que os ídolos ofuscam o avanço da racionalidade.

Escreveu o sacerdote.

O prefeito João Bosco Fernandes que havia sido preso após ser flagrado em um vídeo em que recebia dinheiro e o colocava na cueca.

PB Agora

 

Paraíba registra 1.303 novos casos e dois óbitos por Covid nas últimas 24 horas

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Saúde, divulgou na tarde deste sábado (11) mais um boletim da Covid-19. Os dados apontam que nas últimas 24 horas foram diagnosticados 1.303 novos casos da doença com dois óbitos.

Confirma o boletim na íntegra

Governo da Paraíba
Secretaria de Estado da Saúde
Atualização Covid-19 | 11/07/2020

Paraíba confirma 1.303 novos casos de Covid-19 neste sábado

Casos Confirmados: 60.421
Casos Descartados: 70.966
Óbitos confirmados: 1.250
Casos recuperados: 22.116
Total de municípios: 218

Neste sábado, 11 de julho, a Paraíba registrou 1.303 novos casos de Covid-19 e 21 óbitos confirmados desde a última atualização, 2 deles ocorridos nas últimas 24h. São 60.421 pessoas que já contraíram a doença, 22.116 que já se recuperaram e 1.250 faleceram. Até o momento, 178.914 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 53%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 64%. Em Campina Grande, estão ocupados 48% dos leitos de UTI adulto e no sertão, 52% dos leitos de UTI para adultos.
O índice de Isolamento Social foi de apenas 39,8 %, considerado baixo em relação à meta de 70% e à mínima de 50%.

Os casos confirmados estão distribuídos por 218 dos 223 municípios paraibanos:

Água Branca (37); Aguiar (19); Alagoa Grande (547); Alagoa Nova (204); Alagoinha (577); Alcantil (22); Algodão de Jandaíra (4); Alhandra (397); Amparo (12); Aparecida (37); Araçagi (345); Arara (130); Araruna (149); Areia (203); Areia de Baraúnas (2); Areial (34); Aroeiras (109); Assunção (27); Baia da Traição (301); Bananeiras (97); Baraúna (120); Barra de Santa Rosa (30); Barra de Santana (70); Barra de São Miguel (12); Bayeux (1071); Belém (490); Belém do Brejo do Cruz (13); Bernardino Batista (3); Boa Ventura (2); Boa Vista (61); Bom Jesus (6); Bom Sucesso (7); Bonito de Santa Fé (6); Boqueirão (171); Borborema (7); Brejo do Cruz (158); Brejo dos Santos (14); Caaporã (807); Cabaceiras (19); Cabedelo (2015); Cachoeira dos Índios (48); Cacimba de Areia (7); Cacimba de Dentro (73); Cacimbas (39); Caiçara (298); Cajazeiras (794); Cajazeirinhas (1); Caldas Brandão (111); Camalaú (1); Campina Grande (8136); Capim (127); Caraúbas (29); Carrapateira (27); Casserengue (153); Catingueira (15), Catolé do Rocha (183); Caturité (63); Conceição (122); Condado (92); Conde (500); Congo (41); Coremas (47); Coxixola (12); Cruz do Espírito Santo (236); Cubati (56); Cuité (125); Cuité de Mamanguape (72); Cuitegí (189); Curral de Cima (15); Curral Velho (1), Damião (3); Desterro (42); Diamante (3); Dona Inês (42); Duas Estradas (44); Emas (5); Esperança (316); Fagundes (59); Frei Martinho (4); Gado Bravo (78); Guarabira (2679); Gurinhém (249); Gurjão (19); Ibiara (13); Igaracy (4); Imaculada (26); Ingá (438); Itabaiana (813); Itaporanga (59); Itapororoca (308); Itatuba (197); Jacaraú (171); Jericó (5); João Pessoa (16.566); Joca Claudino (2); Juarez Távora (212); Juazeirinho (127); Junco do Seridó (31); Juripiranga (335); Juru (14); Lagoa (4); Lagoa de Dentro (60); Lagoa Seca (498); Lastro (15); Livramento (47); Logradouro (92); Lucena (220); Mãe d’Água (15); Malta (26); Mamanguape (1638); Manaíra (7); Marcação (111); Mari (591); Marizópolis (8); Massaranduba (222); Mataraca (121); Matinhas (51); Mato Grosso (7); Matureia (25); Mogeiro (96); Montadas (35); Monteiro (144); Mulungu (229); Natuba (45); Nazarezinho (10); Nova Floresta (26), Nova Olinda (7); Nova Palmeira (40); Olho D´Água (35); Olivedos (44); Parari (4); Passagem (30); Patos (1952); Paulista (70); Pedra Lavrada (26); Pedras de Fogo (1071); Pedro Régis (30); Piancó (95); Picuí (125); Pilar (204); Pilões (42); Pilõezinhos (182); Pirpirituba (139); Pitimbu (539); Pocinhos (69); Poço Dantas (3); Pombal (186); Prata (2); Princesa Isabel (46); Puxinanã (205); Queimadas (674); Quixaba (26); Remígio (183); Riachão (35); Riachão do Bacamarte (193); Riachão do Poço (43); Riacho de Santo Antônio (19); Riacho dos Cavalos (5); Rio Tinto (670); Salgadinho (11); Salgado de São Felix (126); Santa Cecília (45); Santa Cruz (14); Santa Helena (10); Santa Inês (25); Santa Luzia (180); Santa Rita (1490); Santa Terezinha (40); Santana de Mangueira (5); Santana dos Garrotes (6); Santo André (5); São Bentinho (24); São Bento (710); São Domingos do Cariri (29); São Francisco (12); São João do Cariri (44); São João do Rio do Peixe (102); São João do Tigre (4); São José da Lagoa Tapada (18); São José de Caiana (32); São José de Espinharas (11); São José de Piranhas (77); São José de Princesa (1); São José do Bonfim (52); São José do Brejo do Cruz (5); São José do Sabugi (169); São José dos Cordeiros (5); São José dos Ramos (136); São Mamede (33); São Miguel de Taipu (80); São Sebastião de Lagoa de Roça (140); São Sebastião do Umbuzeiro (5); São Vicente do Seridó (28); Sapé (651); Serra Branca (95); Serra da Raíz (14); Serra Grande (8); Serra Redonda (157); Serraria (45); Sertãozinho (62); Sobrado (102); Solânea (204); Soledade (101); Sossego (8), Sousa (664); Sumé (93); Tacima (91); Taperoá (51); Tavares (32); Teixeira (88); Tenório (13); Triunfo (15); Uiraúna (30); Umbuzeiro (52); Várzea (8); Vieirópolis (4); Vista Serrana (2), Zabelê (8).

*Dados oficiais preliminares (fonte: SIM,e-sus VE e SIVEP) extraídos às 10h do dia 11/07, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

21 óbitos foram registrados entre os dias 16 de abril e 10 de julho:

Mulher, 87 anos. Residente em Cajazeiras. Portadora de doença renal. Início dos sintomas em 01/07, foi a óbito em hospital público no dia 10/07.

Homem, 64 anos. Residente em Cajazeiras. Hipertenso e diabético. Início dos sintomas em 24/06, foi a óbito em hospital público no dia 10/07.

Homem, 81 anos. Residente em Cabedelo. Portador de cardiopatia, doença neurológica e respiratória. Início dos sintomas em 07/06, foi a óbito em hospital público no dia 09/07.

Mulher, 95 anos. Residente em Mamanguape. cardiopata. Início dos sintomas em 15/06. Foi a óbito em hospital público no dia 30/06.

Mulher, 68 anos. Residente em João Pessoa. Cardiopata e hipertensa. Início dos sintomas em 30/05, foi a óbito em hospital público no dia 21/06.

Mulher, 83 anos. Residente em João Pessoa. Sem comorbidade. Início dos sintomas em 22/05, foi a óbito em hospital público no dia 20/06.

Homem, 78 anos. Residente em João Pessoa.Portador de doença neurológica e transtorno mental. Início dos sintomas em 06/06, foi a óbito em hospital público no dia 16/06.

Homem, 58 anos. Residente em João Pessoa. Diabético. Início dos sintomas em 01/06, foi a óbito em hospital público no dia 11/06.

Homem, 70 anos. Residente em João Pessoa. Portador de doença hepática. Início dos sintomas em 22/05, foi a óbito em hospital público no dia 09/06

Homem, 82 anos. Residente em João Pessoa. Diabético, cardiopata, imunossuprimido. Início dos sintomas em 29/05, foi a óbito em hospital público no dia 07/06.

Mulher, 104 anos. Residente em João Pessoa. Sem comorbidade. Início dos sintomas em 19/05, foi a óbito em hospital público no dia 05/06.

Homem, 34 anos. Residente em João Pessoa. Portador de doença neurológica. Início dos sintomas em 13/04, foi a óbito em hospital público no dia 02/06.

Homem, 89 anos. Residente em João Pessoa. Sem comorbidades. Início dos sintomas em 24/05, foi a óbito em hospital público no dia 01/06.

Mulher, 59 anos. Residente em João Pessoa. Cardiopata, diabética. Início dos sintomas em 13/05, foi a óbito em hospital público no dia 31/05.

Homem, 60 anos. Residente em João Pessoa. Sem comorbidades. Início dos sintomas em 16/05, foi a óbito em hospital público no dia 28/05.

Homem, 61 anos. Residente em João Pessoa. Cardiopata. Início dos sintomas em 15/05, foi a óbito em hospital púbico no dia 26/05.

Homem, 96 anos. Residente em João Pessoa. Sem comorbidade. Início dos sintomas em 01/05, foi a óbito em hospital público no dia 25/05.

Mulher, 67 anos. Residente em João Pessoa. Diabética. Início dos sintomas em 22/05, foi a óbito em hospital privado no dia 24/05.

Homem, 44 anos. Residente em João Pessoa. Sem comorbidade. Início dos sintomas em 17/05, foi a óbito em hospital público no dia 22/05.

Mulher, 58 anos. Residente em Santa Rita. Diabética. Início dos sintomas em 11/05, foi a óbito em hospital público no dia 14/05.

Homem, 87 anos. Residente em João Pessoa. Diabético. Início dos sintomas em 16/04, foi a óbito no mesmo dia em hospital público.

Os dados epidemiológicos e de ocupação de leitos estão disponíveis em www.paraiba.pb.gov.br/coronavirus

Secom-PB

 

 

O CORONEL QUASE SENADOR

O filho mais destacado do Barão de Araruna, o comendador Felinto Florentino da Rocha, ao falecer, deixou, além de grande prole, um patrimônio que arrolava cerca de noventa propriedades espalhadas pelo brejo, curimataú e até ao vizinho Rio Grande do Norte. Foi um dos maiores produtores de café, quando a região brejeira rivalizava com o centro sul, na produção da rubiácea. Chefe político regional, na feira de Moreno, hoje Solânea, proclamou: “aqui eu quero, posso e mando”, como narra seu bisneto, Maurilio Almeida.
E era verdade. Os tentáculos do seu poder alcançavam os mais distantes rincões brejeiros e curimataúzeiros. Nunca, porém, na política, pretendeu alçar voos mais altos que o afastassem da sua terra e dos seus haveres. Fez um genro deputado, Celso Columbano da Costa Cirne, na eleição de 1912. Outro genro, também seu sobrinho, coronel José Antônio Ferreira da Rocha, ainda no cheiro do seu prestígio, elegeu-se deputado à Constituinte Estadual de 1935. Felinto já se despedira em 1913.

Disse antes que Felinto Rocha não pretendeu dar voos mais altos, mas não lhe faltou oportunidade. Na República Velha, os cargos eletivos eram preenchidos antes de abertas as urnas. Os chefes partidários indicavam os nomes, organizavam a chapa e convocavam os eleitores a votar. Tudo aberto e transparente. Tão transparente que os “donos do votos”, quase sempre os patrões, ficavam de olho do “cumprimento do dever cívico”. O voto secreto foi uma conquista de 1930.

Pois bem. O monsenhor Walfredo Leal, ex-governante da Parahyba, considerado o alter ego de Álvaro Machado, chefe oligárquico, estava senador e deslocou-se do Rio para aqui conseguir a renúncia  do juiz Pedro da Cunha Pedrosa ao cargo de primeiro vice-presidente do Estado, para efeito de desincompatibilização, sob a promessa de que seria incluído na chapa para o Congresso. Não foi. O renunciante considera, em suas memórias, que foi injustiçado e traído, atribuindo ao monsenhor, apenas, ser um enviado engessado do chefe do Partido, àquela altura, com um dos membros, João Machado, na presidência do estado.

Pedro da Cunha Pedrosa quedou-se em silêncio e aguardou melhor oportunidade. Eis que falece o chefe oligárquico Álvaro Machado e abre-se uma vaga no Senado por poucos mais de três anos de mandato. Era a vez do partido retribuir os serviços de Pedro Pedrosa e reparar a injustiça. Eis que surge um “espírito de porco” chamado Heráclito Cavalcanti que, anos mais tarde chefiaria a oposição contra João Pessoa. Heráclito, que era bananeirense, sugere então o nome do Comendador Felinto Rocha, chefe político de Bananeiras, para a vaga de senador. O presidente João Machado, que desejava guardar a vaga, futuramente, para si próprio, concordou de pronto. Todavia, a reação de Epitácio Pessoa e Venâncio Neiva  fizeram de Pedro Pedrosa o senador.

“Afirmava Heráclito que, Felinto era homem abastado e de sua confiança e aceitaria o cargo simplesmente para conservá-lo até Joao Machado, terminado o governo, se desincompatibilizar, quando Felinto renunciaria e então, entraria João Machado para o Senado, a completar o período” conta Pedro da Cunha Pedrosa em “Minhas Próprias Memorias”.

O coronel Felinto entraria na história como um “laranja”, ele que viveu e morreu no apogeu do café.

 

 

Meio ambiente, educação e cultura

USANDO AS SUAS FLORESCÊNCIAS MAIS DIVERSAS, A CULTURA PROTEGE, SEMEIA E SANEIA AS MENTES  E  OS  AMBIENTES!

Após debater-se e estrebuchar, mortalmente feridos, os setores e vertentes culturais tentam reunir os seus esforços e esperanças em dias melhores, num Plano Municipal de Cultura.

Este plano será filho do plano estadual e neto do nacional, a ser instituído pelo governo federal.

Nos ‘status’ ocupados em organogramas de governos municipais, pode-se ver com, clareza, o que poucos gostam de ver:

A importância da cultura encontra-se enclausurada numa simplória diretoria!

O Meio Ambiente é, por excelência, o elo causador e causante dos florescimentos culturais, desde longínquas épocas imemoriais.

As condições reinantes no meio ambiente derivam, sobretudo, dos níveis culturais das populações, bem como da qualidade das ações prevencionistas e educativas do gestor de plantão.

Na contramão, os poderes públicos desconhecem que os territórios, sejam urbanos ou rurais, situam-se sob os domínios do Povo que é a razão política universal, geradora da verdadeira democracia.

Assim, a saúde de todos é dependente das práticas culturais de proteção ao meio ambiente em geral.

Campanhas culturais-prevencionistas, podem ser desenvolvidas nas escolas, pelos grupos culturais, para desenvolver a participação das comunidades e formar monitores ambientais verdadeiramente fiéis e comprometidos com os meios de preservação da fauna, da flora e dos recursos hídricos da Sagrada Mãe Natureza.

USANDO AS SUAS FLORESCÊNCIAS MAIS DIVERSAS A CULTURA PROTEGE, SEMEIA E SANEIA AS MENTES E OS AMBIENTES.

 

 

MANIFESTAÇÕES

As cenas de violência nos Estados Unidos quando policiais brancos mataram George Floyd em via pública, suscitou a indignação pelos países a fora. A causa da violência foi uma nota falsa no valor de 20 dólares. Pelo que entendi o dono do comércio tentou evitar aquela morte, mas a polícia insistiu em tirar a vida do ex segurança.

Pelo que também entendi a violência não se deu simplesmente por causa do dinheiro. Qualquer pessoa pode ser vítima de uma nota falsa e isso não é motivo para tirar a vida de um ser humano. O dinheiro jamais poderá estar acima das pessoas.

Por trás do fato está a desgraça do racismo que considera negro como se gente não fosse e, por isso, deve ser eliminada. Alguém dizia que uma questão brutal e desumana desencadeou algo positivo que são as manifestações.

De fato, não só nos Estados Unidos, mas em vários outros países, as pessoas foram para as ruas para externar as insatisfações; mostrar a indignação pela forma como as pessoas negras são tratadas simplesmente por causa da cor.

O Brasil também tem um histórico de grandes manifestações.  Nos anos 83 e 84 o povo foi às ruas de forma surpreendente no Brasil para ter o direito de escolher pelo voto o presidente da república, o que aconteceu pela conhecida emenda constitucional Dante de Oliveira.

Em todo caso, as mudanças acontecem com a manifestação das bases em cada país.  O Brasil mesmo em pandemia e, por isso, ainda de forma tímida, saiu para a rua em várias capitais nestes dias, condenando o racismo e defendendo a bandeira da democracia.

As manifestações do Brasil que certamente irão crescer se dão por conta do racismo e também por causa de pedidos isolados, inconstitucionais a favor da ditadura, do fechamento do congresso e do supremo. Os ministros, a OAB, o congresso, governadores, entidades da sociedade e associações estão de manifestando de forma dura contra essas praticas. Na verdade, se vive uma realidade muito atípica no Brasil, de total instabilidade e imprevisível.

Até a transparência sobre as mortes no Brasil está sendo sob ameaça de omissão para que a sociedade possa não acompanhar a real situação. As secretarias de saúde dos estados já estão fazendo uma contagem independente por não confiarem nesta tentativa do ministério da saúde para omitir a realidade.

Nunca podemos perder as esperanças, mas o cenário político, sanitário e econômico para os mais pobres é dos piores. Os mais abastados também não escapam da crise.

A única solução ou caminho viável é dizer não a tudo o que destrói a vida humana, estar do lado da vida e contra as instituições quando as mesmas defendem interesses desumanos.

 

 

Covid-19: MPPB identifica indícios de sobrepreço em contratos de 9 prefeituras na PB

Princesa Isabel, Caaporã, Mari, Areia, Rio Tinto, Itabaiana, Conde, Itaporanga e Solânea, são os nove municípios aonde o Ministério Público da Paraíba constatou indícios de sobrepreço na aquisição de produtos para a Covid- 19. O trabalho fez parte do segundo monitoramento das despesas públicas relacionadas ao combate à Covid-19, com o fim de constatar eventuais indícios de sobrepreço nas referidas aquisições. Foram observados preços de produtos adquiridos para o combate ao coronavírus, como máscaras, álcool a 70% e testes para Covid.

De acordo com o coordenador do CAO do Patrimônio, o promotor de Justiça Reynaldo Serpa, essa segunda etapa também vale-se da mesma metodologia anteriormente utilizada. “Primeiramente, obteve-se junto ao Sistema Sagres e nos portais da Transparência dos entes os empenhos voltados ao enfrentamento da covid-19. Após, de acordo com critérios previamente estabelecidos (como o valor do empenho e a quantidade de itens adquiridos), foram selecionadas as principais despesas a serem examinadas. Ao final, realizou-se uma análise mais aprofundada das despesas com indícios de preço elevado, as quais foram objeto de relatórios de auditoria, em que constam as cotações dos valores médios dos produtos adquiridos, feitas através de plataformas oficiais de pesquisa de preços”, explicou.

“Vale ressaltar que os relatórios somente apontam a existência de indícios de sobrepreço na aquisição pública (quando é o caso) e que todos eles serão enviados aos respectivos promotores de Justiça, para que tenham ciência dos fatos e eventualmente adotem as medidas extrajudiciais que entenderem cabíveis, existindo a possibilidade de serem apresentadas justificativas pelos gestores”, informou o coordenador do CAO.

Ele informou que o trabalho terá novas fases, quando serão examinadas detalhadamente outras despesas relacionadas à covid-19 feitas pelo Estado e municípios, com a finalidade de zelar pela eficiente aplicação dos recursos públicos durante esse momento emergencial de pandemia.

 

Assessoria

 

 

Ban anuncia pré-candidatura a vereador de Solânea e apresenta carta-proposta

O município de Solânea conheceu mais um pré-candidato a vereador. Ban anunciou que irá concorrer ao cargo nas eleições deste ano. Ele também apresentou sua carta-proposta.

“Decidi ser pré-candidato e pleitear uma vaga na Câmara Municipal de Solânea. Pretendo ser uma opção de voto pois, mesmo sem deter mandato ou ocupar cargo político, desde criança sou militante partidário e atuo como tal em várias comunidades, urbanas e rurais e diversos seguimentos sociais, sempre lutando pelo bem comum”, disse.

Tenho como metas prioritárias do mandato:

  • Execução de ações concretas no tocante ao BANCO DE SEMENTES, que hoje encontra-se inativo;
  • Política pontual de complementação alimentar, com participação efetiva das comunidades carentes;
  • Luta pela participação da comunidade LGBTQ+ no governo, sua valorização e conquista dos seus direitos que lhes são negados e afetam sua dignidade;
  • Defesa dos mais carentes da sociedade, focando ações sociais que não acomode, mas resgatem o cidadão e promova a verdadeira cidadania.
FN com assessoria

 

Primeira-dama Michelle Bolsonaro anuncia que seu exame de Covid-19 deu negativo

A primeira-dama Michelle Bolsonaro anunciou nas redes sociais que seu exame para detectar o coronavírus deu resultado negativo, assim como o de suas duas filhas.

Michelle realizou os testes depois que exames do presidente Jair Bolsonaro indicaram a presença do novo coronavírus, na terça-feira (7).

Também moram no Palácio da Alvorada a caçula do casal, Laura, e Letícia, filha de Michelle e enteada de Bolsonaro.

Michelle divulgou o resultado dos testes no Instagram. “Minhas filhas e eu, testamos negativo para Covid-19. Agradeço as orações”, escreveu.

Desde que foi infectado pelo coronavírus, Bolsonaro, 65 anos, adotou uma rotina de isolamento de seus familiares, para evitar riscos de contaminação.

O presidente passou a dormir em um quarto isolado, longe da primeira-dama, e adaptou um dos dormitórios do Palácio da Alvorada em escritório.

Em sua sala de despachos, o presidente tem à sua disposição televisão, computador, telefone, impressora e um aparelho para videoconferências.

Segundo relataram interlocutores à Folha de S.Paulo, Bolsonaro tem sido auxiliado presencialmente pelo major Mauro Cid, o chefe da ajudância de ordens. Cid já teve Covid-19 e se recuperou da doença sem ter apresentado sintomas mais graves.

De acordo com assessores presidenciais, quando deixa a sala de despachos, Bolsonaro tem utilizado máscara de proteção e evitado se aproximar de funcionários e familiares.
Entusiasta do uso da hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19, Bolsonaro tomou a substância até a sexta-feira (10), embora ainda não haja comprovação científica sobre a sua eficácia.

A expectativa é que Bolsonaro permaneça isolamento também durante a próxima semana.

Desde terça, o governo federal começou a submeter a testes de coronavírus todos os funcionários do Palácio da Alvorada. A intenção é realizar o exame nos 107 assessores presidenciais que trabalham na residência oficial.

Ministros que estiveram com Bolsonaro também se submeteram a exames.Os ministros Jorge Oliveira (Secretaria-Geral) e André Mendonça (Justiça) realizaram testes PCR, que deram negativo.

Já os ministros Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) e Braga Netto (Casa Civil) fizeram o exame rápido e o vírus tampouco foi identificado.

O ministro Augusto Heleno (Segurança Institucional) já teve Covid-19.

 

FOLHAPRESS

 

 

‘Bolsonaro deveria levar uma surra de cinto’, diz Cássia Kis

A atriz Cássia Kis, 62, disse que Jair Bolsonaro deveria “levar uma surra de cinto da mãe dele”, em entrevista à revista Veja publicada na última quarta-feira (8).

Para ela, o comportamento do presidente, de um “homem infantil, que não amadureceu”, piora a situação. “Os absurdos que ele diz são coisas de criança, de homem mimado. O Bolsonaro tinha que levar uma surra de cinto da mãe dele”, acrescentou.

Kis também contou aos jornalistas da revista que tem se sentido muito triste durante o período de isolamento contra o novo coronavírus.

“Choro todos os dias e às vezes tenho a sensação de que estou testemunhando o fim do mundo, porque não dá para viver em paz sabendo que tem gente sem ter o que comer, sem acesso à saúde”, relatou.

A atriz está de volta às telas com a reprise da novela “Vale Tudo”, de 1988, que começará a ser exibida no dia 20 de julho na plataforma de streaming Globoplay.

Kis interpreta a vilã Leila, responsável pelo assassinato de Odete Roitman, personagem da atriz Beatriz Segall.

 

FOLHAPRESS