Artane e haxixe são as mais recolhidas pela PF na Paraíba, depois de cocaína e maconha

Publicado em domingo, agosto 31, 2014 ·

drogasO artane é a droga mais apreendida pela Polícia Federal na Paraíba depois de maconha e cocaína (em todas as formas), segundo informações repassadas pelo órgão. Só em 2014, já foram 3 mil comprimidos da droga recolhidos no estado.

Conhecido como ‘Boa Noite Cinderela’, o alucinógeno composto pela substância cloridrato de triexifenidil é geralmente utilizado por criminosos para deixar vítimas inconscientes, de forma que seja possível aplicar golpes, estupros ou roubos.

O chefe da delegacia de Polícia Federal na Paraíba, Fábio Maia, disse ao Portal Correio que o artane entra na Paraíba de todas as formas, seja por meio dos transportes, ou até por correspondências trocadas via Correios.

Em relação às drogas menos populares, o chefe da delegacia de Polícia Federal na Paraíba, Fábio Maia, disse ao Portal Correio que não há registros de apreensões desse tipo de entorpecentes este ano, como o haxixe, por exemplo, que teve 7 kg recolhidos mais recentemente só em 2013. Além disso, ele afirmou que também não há apreensões de LSD ou êxtase identificadas em 2014.

Quanto às mais raras, apesar de não haver registros de apreensões na Paraíba, ele explicou que essas podem ser consumidas por pessoas de maior poder aquisitivo, principalmente nas maiores cidades do estado. “O que não é ordinário é raro, sendo raro é mais caro, sendo mais caro é a tendência natural que seja consumido por pessoas com maior poder aquisitivo”, destacou.

O delegado da Polícia Federal não falou sobre a 25i, mencionada pela Polícia Civil da Paraíba em março deste ano como uma das que já estariam em circulação na Paraíba. Apesar disso, a PC não informou na época se havia alguma apreensão registrada.

A Secretaria de Segurança do Estado foi procurada pelo Portal Correio para falar sobre apreensões de drogas na Paraíba, incluindo as mais raras e de custos mais elevados, mas não respondeu às solicitações até o fechamento desta matéria.

O delegado da PF, Fábio Maia, finalizou que o combate aos entorpecentes na Paraíba é feito de forma contínua, por meio de fiscalizações e investigações, e deixou claro que as atenções não são voltadas somente para aquelas mais raras ou caras, mas também para todas, em geral. “Na repressão às drogas, não selecionamos especificamente esta ou aquela substância, mas o tráfico como um todo”, concluiu.

 

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