ANP confirma queda no preço do combustível na PB; confira tabela

Publicado em segunda-feira, junho 13, 2011 ·

59985713Os preços do etanol hidratado e da gasolina comum mantiveram a trajetória de queda, na média nacional, de acordo com o Levantamento de Preços da ANP realizado entre os dias 6 e 10 de junho.

No Brasil, o preço médio da gasolina C comum, que contém 25% de etanol anidro, foi de R$ 2,770/l, com redução de 0,79%, em relação à semana imediatamente anterior. Já o preço médio de revenda do etanol hidratado no país caiu 1,34%, no mesmo período, e passou para R$ 1,913/l.


Na comparação com os valores da primeira semana de maio, a redução acumulada dos preços médios de etanol hidratado e de gasolina C, no país, foi de 17% e de 5%, respectivamente.

Na cidade de São Paulo, a queda do preço médio de revenda foi de 1,95% para o etanol, e de 1,18% para a gasolina. Na cidade do Rio de Janeiro, a queda do preço médio de revenda foi de 4,1% para o etanol, e para a gasolina a queda do preço médio foi de 1,7%.

Na maioria dos estados da federação foram verificadas quedas dos preços médios ao consumidor final nos dois combustíveis. Na região Nordeste destaca-se o estado da Bahia, que apresentou redução de 4,3% para o etanol e de 3,2% para a gasolina.

No mercado de revenda de etanol nas demais regiões, merecem destaque as reduções dos preços médios verificadas nos estados de Goiás e Tocantins, que foram, respectivamente, de 3,4% e de 4,8%. Em se tratando do preço médio de revenda de gasolina, a maior redução foi de 3,8% no estado do Mato Grosso do Sul.

O Levantamento de Preços da ANP (http://www.anp.gov.br/preco/) é realizado, semanalmente, em mais de 8 mil postos revendedores em todo o país. Essa pesquisa é divulgada toda semana e tem como objetivo orientar o consumidor na hora da compra de combustíveis.

O Levantamento de Preços e de Margens de Comercialização de Combustíveis orienta a ANP na identificação de indícios de infrações à ordem econômica, tais como alinhamento de preços e formação de cartel. Em cumprimento ao Art. 10 da Lei nº 9.478/1997, caso detecte algum indício de infração, a Agência deve comunicar o fato à Secretaria de Direito Econômico (SDE) e ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

O Cade e a SDE são órgãos do Ministério da Justiça, integrantes do Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência e responsáveis pela instauração e instrução dos processos e pela aplicação das penalidades previstas em lei para esses tipos de infrações.

Pollyana Sorrentino com ANP

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