Karlos Thotta

A bolsa que negocia florestas

Publicado em quarta-feira, novembro 20, 2019 ·

PRODUTORES RURAIS DO BRASIL INTEIRO PODERÃO GANHAR COM ÁRVORES, ASSIM COMO GANHAM CRIADORES DE ANIMAIS E PRODUTORES AGRÍCOLAS TRADICIONAIS.

Dois irmãos do Rio de Janeiro fundaram, em 10 de dezembro de 2012, a Bolsa BVRio para atuar no mercado de créditos de carbono brasileiro.

Essa Bolsa pretende fazer justiça com todos os produtores que preservaram suas áreas de florestas.

De acordo com o Código Florestal atual, os donos de fazendas devem manter parte de suas propriedades tendo uma certa área de floresta que é a chamada Reserva Legal.

As estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística revelaram que 80% dos cinco milhões de imóveis rurais não têm reserva legal suficiente.

São fazendeiros ou posseiros que desmataram além do permitido ou derrubaram a mata numa época em que a lei vigente era generosamente mais permissiva.

Depois da aprovação do Código Florestal, os devedores passaram a ter vinte anos para regularizar as suas terras.

Eles podem deixar a mata se recuperar sozinha ou investir num demorado e caro sistema de reflorestamento que reduzirá a área produtiva que é atualmente utilizada.

Uma 3ª opção é comprar créditos de fazendeiros que preservaram as suas florestas.

Nesse ponto, entra a Bolsa BVRio intermediando a compra e venda de cotas florestais, preservadas por terceiros, para permitir o cumprimento da lei de preservação florestal.

PRODUTORES RURAIS DO BRASIL INTEIRO PODERÃO GANHAR COM ÁRVORES, ASSIM COMO GANHAM CRIADORES DE ANIMAIS E PRODUTORES AGRÍCOLAS TRADICIONAIS.

 

 

 

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